Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Sanidade

Suinocultura paranaense vai perder R$ 1 bilhão, avalia cooperativa

Estimativa de representante da cadeia no Paraná é baseada em dificuldades de ampliar exportações pela morosidade na retirada do status de zona livre de febre aftosa

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Suinocultura paranaense vai perder R$ 1 bilhão, avalia cooperativa

De acordo com informações da Revista Coopavel, o estado do Paraná tem encontrado dificuldades em ampliar as exportações devido às condições sanitárias, por não ter o status de zona livre de febra aftosa, sendo que sem esta condição, muitos mercados não compram carne suína, a exemplo do Japão e outros países da Ásia além do mercado europeu. Com isso, representantes do setor estimam uma perda de R$ 1 bilhão de reais até 2021, quando está previsto a retirada da vacina.

O Paraná é o segundo estado brasileiro que mais produz carne suína, correspondendo a 21% de toda a produção nacional. Segundo a cooperativa, há vários anos agroindústrias, cooperativas e entidades de classe lutam para colocar o Paraná na condição de livre de febra aftosa sem vacina, para ampliar a produção e as exportações.

“Mas, para surpresa, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), tem plano de retirada da vacina para todo o país, mas o estado do Paraná terá esta condição no ano de 2021, depois dos estados do Amazonas, Pará, Amapá, Rondônia e todos os estados do Nordeste”, relata o artigo publicado na edição de maio da revista Coopavel e assinada pelo presidente da cooperativa Dilvo Grolli, Paulo Roberto Orso, do Sindicato Rural do Patronal, e Agassiz Linhares Neto, da secretaria de Agricultura.

Assim, segundo os representantes, o prejuízo do Estado em aguardar até o ano de 2021 para se tornar área livre de febre aftosa sem vacina será de U$ 300 milhões ou R$ 1 bilhão de reais. “Estes números são somente de carne suína, temos que considerar ainda um benefício, também de grande valor, de carnes bovinas e aves”, relata o texto. “Precisamos mudar o jogo e colocar como prioridade dos governos a conquista do status Livre de Febre Aftosa sem Vacinação até 2018”, concluí.

 

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