Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Bioenergia

Com aumento de tarifa, considera-se o uso de energia solar para reduzir valor da conta de luz

A tecnologia tem vantagens para o sistema elétrico, para o meio ambiente, para a economia e para o consumidor

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Com aumento de tarifa, considera-se o uso de energia solar para reduzir valor da conta de luz

Com a aprovação do reajuste de 52% na bandeira tarifária vermelha patamar 2 (cobrança adicional aplicada às contas de luz realizada quando aumenta o custo de produção de energia), as placas fotovoltaicas voltam a se destacar como alternativa para reduzir o valor da conta. Segundo o diretor-regional do SENAI, Rodolpho Caesar Mangialardo, a tecnologia tem vantagens para o sistema elétrico, para o meio ambiente, para a economia e para o consumidor.

“O SENAI vem trabalhando há alguns anos no sentido de melhorar as despesas envolvendo especificamente energia elétrica. A gente teve um passivo muito grande com relação à energia durante a pandemia, em que as concessionárias absorveram muito as despesas e inadimplências e, agora, a gente vê que esse ‘prejuízo’ está sendo diluído”, explicou Rodolpho Mangialardo. Ele alerta que, com o crescimento do País, é possível que tenhamos mais crises hídricas e falta de energia. Por isso é importante já se preparar e pensar em alternativas renováveis.

O consultor do Programa SENAI de Gestão Energética do SENAI Empresa, engenheiro-eletricista Sebastião Dussel, ressalta que ter energia solar não evita o pagamento da bandeira tarifária, mas o valor fica limitado ao consumo mínimo. E é esse o valor que todo consumidor de energia elétrica atendido em baixa tensão precisa pagar mensalmente à distribuidora. A faixa é estabelecida pela Aneel para cada tipo de ligação, e, no caso de trifásica, fica em 100 kWh/mês. “Uma unidade consumidora que não possui geração própria e consome, por exemplo, 1.000 kWh no mês vai pagar, com o último reajuste concedido pela Aneel, R$ 62,43 de bandeira. Se tivesse geração própria, esse valor seria de R$ 6,24, representando uma redução de 90%”.

De acordo com Dussel, a energia solar já vinha apresentando crescimento exponencial nos últimos dois anos. “A crise hídrica anunciada evidencia ainda mais a importância da energia fotovoltaica. Além de ser uma energia limpa e abundante na natureza”. Isso porque, conforme o engenheiro-eletricista do SENAI Empresa, apresenta rapidez e facilidade na instalação, dispensa a implantação de redes elétricas para o transporte quando a geração é junto à carga, e sofre menos interferência da natureza do que as fontes hidráulicas, que é a base estruturante que a matriz elétrica brasileira ainda está apoiada.

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