Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,87 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,94 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.569,61 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.499,49 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Bioenergia

Com aumento de tarifa, considera-se o uso de energia solar para reduzir valor da conta de luz

A tecnologia tem vantagens para o sistema elétrico, para o meio ambiente, para a economia e para o consumidor

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Com aumento de tarifa, considera-se o uso de energia solar para reduzir valor da conta de luz

Com a aprovação do reajuste de 52% na bandeira tarifária vermelha patamar 2 (cobrança adicional aplicada às contas de luz realizada quando aumenta o custo de produção de energia), as placas fotovoltaicas voltam a se destacar como alternativa para reduzir o valor da conta. Segundo o diretor-regional do SENAI, Rodolpho Caesar Mangialardo, a tecnologia tem vantagens para o sistema elétrico, para o meio ambiente, para a economia e para o consumidor.

“O SENAI vem trabalhando há alguns anos no sentido de melhorar as despesas envolvendo especificamente energia elétrica. A gente teve um passivo muito grande com relação à energia durante a pandemia, em que as concessionárias absorveram muito as despesas e inadimplências e, agora, a gente vê que esse ‘prejuízo’ está sendo diluído”, explicou Rodolpho Mangialardo. Ele alerta que, com o crescimento do País, é possível que tenhamos mais crises hídricas e falta de energia. Por isso é importante já se preparar e pensar em alternativas renováveis.

O consultor do Programa SENAI de Gestão Energética do SENAI Empresa, engenheiro-eletricista Sebastião Dussel, ressalta que ter energia solar não evita o pagamento da bandeira tarifária, mas o valor fica limitado ao consumo mínimo. E é esse o valor que todo consumidor de energia elétrica atendido em baixa tensão precisa pagar mensalmente à distribuidora. A faixa é estabelecida pela Aneel para cada tipo de ligação, e, no caso de trifásica, fica em 100 kWh/mês. “Uma unidade consumidora que não possui geração própria e consome, por exemplo, 1.000 kWh no mês vai pagar, com o último reajuste concedido pela Aneel, R$ 62,43 de bandeira. Se tivesse geração própria, esse valor seria de R$ 6,24, representando uma redução de 90%”.

De acordo com Dussel, a energia solar já vinha apresentando crescimento exponencial nos últimos dois anos. “A crise hídrica anunciada evidencia ainda mais a importância da energia fotovoltaica. Além de ser uma energia limpa e abundante na natureza”. Isso porque, conforme o engenheiro-eletricista do SENAI Empresa, apresenta rapidez e facilidade na instalação, dispensa a implantação de redes elétricas para o transporte quando a geração é junto à carga, e sofre menos interferência da natureza do que as fontes hidráulicas, que é a base estruturante que a matriz elétrica brasileira ainda está apoiada.

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