Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Energia Limpa

Produção renovável abasteceu 68% do consumo de eletricidade no 1.º semestre

Produção renovável repartida pela hidroelétrica (32%), eólica (26%), biomassa (7%) e fotovoltaica (3%), enquanto a produção não renovável abasteceu 29%, segundo a REN

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Produção renovável abasteceu 68% do consumo de eletricidade no 1.º semestre

A produção renovável abasteceu 68% do consumo de energia elétrica no primeiro semestre do ano, repartida pela hidroelétrica (32%), eólica (26%), biomassa (7%) e fotovoltaica (3%), enquanto a produção não renovável abasteceu 29%, divulgou hoje a REN.

Segundo os dados da REN – Redes Energéticas Nacionais, “a produção renovável abasteceu 68% do consumo de energia elétrica no primeiro semestre do ano, repartida pela hidroelétrica, com 32%, eólica, com 26%, biomassa, com 7% e fotovoltaica, que atingiu pela primeira vez pontas acima de 800 MW [megawatts], com 3%”.

Já a produção não renovável abasteceu 29% do consumo, repartida por gás natural, com 27%, e carvão, com 2%, e os restantes 3% corresponderam a energia importada.

No primeiro semestre, o índice de produtibilidade hidroelétrica situou-se em 1,11 e o de produtibilidade eólica em 0,97, ambos com média histórica igual a 1.

No mês de junho, o consumo de energia elétrica registou um crescimento de 6,7%, ou 7,1% com correção dos efeitos de temperatura e número de dias úteis, comparativamente ao mesmo mês do ano passado.

No final do semestre em análise, registou-se uma tendência de recuperação face ao ano anterior, com um crescimento homólogo de 3,2%, ou 3,4%, com correção de temperatura e dias úteis, embora se registe uma quebra de 2% face ao mesmo período de 2019.

De acordo com a REN, em junho, tanto a produção hidráulica como a eólica registaram condições próximas do regime médio, com índices de produtibilidade de 0,96 e 0,99, respetivamente, ambos com média histórica igual a 1.

Naquele mês, o conjunto da produção renovável abasteceu 49% do consumo, a não renovável abasteceu 43% e a importação os restantes 8%.

Já no mercado de gás natural registou-se uma “forte recuperação” face ao período homólogo, com uma variação mensal de 18%, repartida por 11% no segmento convencional e 29% no segmento de produção de energia elétrica.

No final do primeiro semestre, apesar de uma queda de 3,3% no consumo para produção de energia elétrica, verificou-se uma variação homóloga positiva de 5,1%, impulsionada pelo crescimento de 8,9% no segmento convencional, segundo a REN.

Relativamente a 2019, a quebra registada foi de apenas 0,6%.

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