Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,30 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 152,13 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 134,59 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,04 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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EXPORTAÇÃO

CNA analisa perspectivas das exportações entre Brasil e China

Durante webinar do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC) destacou-se o recorde consecutivo das exportações brasileiras para a China em 2023, atingindo US$ 104 bilhões.

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CNA analisa perspectivas das exportações entre Brasil e China

A especialista em Relações Internacionais da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Sueme Mori, participou de um webinar promovido pelo Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC) na terça-feira (5), onde discutiu o futuro das exportações para a China.

O presidente do CEBC, embaixador Luiz Augusto de Castro Neves, deu início ao evento online, que contou com a presença de Gustavo Biscassi, responsável pelas Relações Externas da Vale, e Rodrigo Gedeon, gerente-geral Ásia e Pacífico da ApexBrasil. O debate foi moderado por Tulio Cariello, diretor de Conteúdo e Pesquisa do CEBC.

As exportações brasileiras para a China alcançaram um quarto recorde consecutivo em 2023, totalizando US$ 104 bilhões, o maior valor já registrado pelo Brasil em vendas para um único país. Diante desse contexto, os participantes discutiram as perspectivas de crescimento nos negócios com o mercado chinês e os desafios que se apresentam para os próximos anos.

Durante sua intervenção, Sueme Mori ressaltou a importância de manter as exportações de commodities do Brasil para a China, mas também destacou a necessidade de diversificar os produtos agrícolas.

Ela observou: “O governo chinês reconhece que, mesmo com o aumento da produção interna, não conseguirá alcançar a autossuficiência. Portanto, é essencial aproveitar o espaço desse mercado para exportar também produtos como café, mel e frutas.”

Mori afirmou que a China, juntamente com o restante da Ásia, continuará sendo o principal mercado para os produtos agrícolas brasileiros, devido às previsões de aumento populacional, renda e demanda por alimentos nos próximos dez anos.

Quando questionada sobre os fatores que impulsionaram o aumento significativo das exportações brasileiras de milho para a China no ano anterior, Sueme mencionou a queda na safra dos Estados Unidos e da Argentina, assim como a persistência do conflito entre Rússia e Ucrânia, que afetou a disponibilidade global de grãos.

“Evidencia-se que as exportações de milho dos EUA para a China declinaram de US$ 5,3 bilhões em 2022 para US$ 1,7 bilhão em 2023, abrindo espaço para o Brasil, graças à nossa safra recorde. Uma combinação de fatores contribuiu para o destaque do milho no ano passado”, destacou.

Quanto às exportações de proteína animal, a representante da CNA mencionou que o Brasil é um importante fornecedor de carne bovina, de frango e suína para a China, mas expressou preocupação com a queda nos preços do mercado internacional.

“Especificamente em 2021, houve um aumento nas exportações de carne suína. A médio prazo, a China planeja reduzir as importações de carne suína e de frango, enquanto aumenta as de carne bovina, principalmente devido ao crescimento da urbanização e da renda per capita”, explicou.

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