Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Economia

Preços mundiais dos alimentos ficaram estáveis em agosto, aponta FAO

Alta dos óleos vegetais e das carnes foi compesada por queda nos preços dos cereais e laticínios

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Preços mundiais dos alimentos ficaram estáveis em agosto, aponta FAO

Os preços mundiais dos alimentos tiveram pouca variação no mês passado, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). Altas nos preços dos óleos vegetais e da carne foram compensados por quedas nos valores médios dos laticínios e cereais.

O índice da FAO, que monitora uma cesta básica transacionada entre países, atingiu a média de 130,1 pontos em agosto, um pouco acima do nível revisado de 130 pontos em julho e 6,9% acima do mesmo mês de 2024.

O indicador permanece 18,8% abaixo do pico de março de 2022, atingido após a invasão da Ucrânia pela Rússia.

Os preços do óleo vegetal subiram 1,4% em relação ao mês anterior, devido à maior demanda por óleo de palma e à redução na oferta de óleos de girassol e canola na região do Mar Negro e na Europa. Os preços do óleo de soja, por outro lado, caíram devido às expectativas de amplo fornecimento de soja na safra 2025/26.

Os preços da carne subiram 0,6%, atingindo uma alta recorde, impulsionados pela forte demanda por carne bovina nos EUA e pela oferta restrita de ovinos para exportação na Oceania, com os produtores direcionando os embarques para mercados mais lucrativos, como os EUA ou o Reino Unido. Segundo a FAO, a carne suína se manteve estável em meio ao equilíbrio entre demanda e oferta globais, enquanto a carne de aves caiu devido às abundantes exportações do Brasil.

Os preços dos cereais recuaram 0,8% em agosto, com as quedas nos preços do trigo e do sorgo superando os aumentos nos do milho e da cevada.

Os laticínios recuaram 1,3%, com a manteiga, o queijo e o leite em pó integral em queda, devido à menor demanda de importação dos principais mercados asiáticos.

Enquanto isso, os preços do açúcar subiram 0,2% após cinco meses consecutivos de queda, devido a preocupações com as perspectivas de produção do Brasil e à maior demanda global por importação. No entanto, as perspectivas de safras maiores na Índia e na Tailândia limitaram novos aumentos, informou a FAO.

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