Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Consumo

Consumo de carne suína no Brasil salta 35% em 10 anos e chega a 20,2 kg por habitante

Carne suína no Brasil: consumo salta 35% e atinge 20,2 kg por habitante. Entenda as razões para esse aumento expressivo

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Consumo de carne suína no Brasil salta 35% em 10 anos e chega a 20,2 kg por habitante

A presença da carne suína na mesa dos brasileiros passou por uma transformação significativa na última década, registrando um salto de 35% na preferência nacional. Segundo a nova projeção da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), essa trajetória de ascensão levará o país a alcançar a marca de 20,2 kg consumidos por habitante em 2025, confirmando a consolidação da proteína na dieta cotidiana da população.

Para sustentar essa demanda em expansão, o parque produtivo nacional opera com alta eficiência, estimando um volume total de 5,64 milhões de toneladas de carcaças para este ano.

Esse desempenho robusto garante não apenas o cumprimento dos contratos de exportação, mas, principalmente, o abastecimento do mercado interno, que absorve uma fatia cada vez maior da oferta impulsionado por preços competitivos e maior variedade de cortes.

Para garantir a transparência e a precisão desses indicadores, a ABCS detalhou sua metodologia de cálculo, que se baseia exclusivamente em dados oficiais do IBGE. A conta subtrai as exportações de carne in natura do total da produção de carcaças e divide o resultado pela população brasileira, desconsiderando importações (estatisticamente irrelevantes, abaixo de 15g/hab) e estoques de passagem. Com esse cenário positivo, a entidade já projeta um novo recorde para 2026: 21 kg por habitante.

Referência: ABCS

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