Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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EUA e Brasil praticamente empatam na exportação de frangos

As vendas externas brasileiras apresentando uma vantagem de apenas 0,75%.

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Redação AI (19/06/06)- Não se sabe o que deve ocorrer de maio passado em diante. Mas, no fechamento do primeiro quadrimestre do ano, as exportações de carne de frango de EUA e Brasil terminaram praticamente empatadas, as vendas externas brasileiras apresentando uma vantagem de apenas 0,75% – seis mil toneladas a favor do Brasil em pouco mais de 800 mil toneladas exportadas por cada um dos dois países entre janeiro e abril de 2006.

Analisada a evolução dessas exportações, constata-se que o quase empate decorre não só da queda dos embarques brasileiros (perto de 4% a menos no primeiro quadrimestre do ano), mas também de uma recuperação das exportações norte-americanas nesse mesmo período (vide Exportação de frango dos EUA cresceu 6,5% até abril). Por outro lado, porém, também se constata que o recuo brasileiro está concentrado, todo, nos quatro primeiros meses de 2006.

Assim, enquanto no quadrimestre maio-agosto de 2005 as exportações brasileiras foram 17% maiores que as norte-americanas, no quadrimestre seguinte (setembro-dezembro de 2005) apresentaram uma diferença de 26%. Mas tudo acabou neutralizada nos quatro primeiros meses de 2006, quando o diferencial caiu para apenas 0,75%. Por ora, considerados os resultados acumulados em 12 meses (maio de 2005 a abril de 2006), as exportações brasileiras se encontram, em volume, 14% à frente das norte-americanas. Além disso, mantidas as médias embarcadas nos quatro primeiros meses de 2006, o País continuará na sua posição de líder mundial na exportação de carne de frango.

Porém, prevalecendo o comportamento atual de um e outro país as vendas externas norte-americanas evoluindo; as brasileiras, involuindo a liderança brasileira estará perdida.

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