Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,30 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 152,13 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 134,59 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,04 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Evento

Brasil cresce com energia

Evento, que acontece a cada dois anos, reúne nomes do governo, de associações, de empresas do setor e de universidades em busca de soluções para aperfeiçoar a forma de gerar energia no país.

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Como conciliar os anseios da sociedade, o desafio de gerar energia para impulsionar o desenvolvimento do país e ainda ter a preocupação de preservar o meio ambiente é o que representantes do setor de energia estarão debatendo no XIV Congresso Brasileiro de Energia (CBE), que acontece de 23 a 25 de outubro, no Centro de Convenções da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).

O evento, que acontece a cada dois anos, reúne nomes do governo, de associações, de empresas do setor e de universidades em busca de soluções para aperfeiçoar a forma de gerar energia no país. O desenvolvimento das nações tem relação direta com a capacidade de geração de energia. Hoje, somos referência internacional em alternativas de produção de energia das mais variadas origens, da exploração petrolífera em águas profundas a fontes renováveis (hidroeletricidade, etanol e biomassa).

No entanto, um país com o ritmo de crescimento igual ao brasileiro deve considerar todas as alternativas. Das menos poluentes e depredatórias, porém, intermitentes, como a energia eólica ou fotovoltaica, às fontes não renováveis que podem assegurar com tecnologias modernas a manutenção do sistema diante da inconstância, como o carvão mineral.

Ações vêm sendo tomadas para diversificar ainda mais a matriz energética do país, mas pensar soluções benéficas para toda a sociedade é fruto do debate. Para isso, estarão reunidos no CBE nomes como o professor Luiz Pinguelli Rosa, diretor da Coppe/UFRJ; Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE); Gil Maranhão, Diretor de Novos Negócios e Sustentabilidade da GDF Suez; Jorge Miguel Samek, diretor geral de Itaipu Binacional; Volney Zanardi Junior, presidente do Ibama; Luiz Fernando Viana, presidente da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Energia Elétrica (Apine); Hermes Chipp, diretor geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS); José da Costa Carvalho Neto, presidente da Eletrobras; Othon Luiz Pinheiro da Silva, presidente da Eletrobras Eletronuclear; Mário Veiga, diretor da PSR; Xisto Vieira Filho, presidente da Associação Brasileira de Geradoras Termelétricas (Abraget); Fernando Luiz Zancan, presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM); João Carlo de Luca, presidente do (IBP), Luis Fernando Mendonça Frutuoso da Diretor da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), entre outros.

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