Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Agronegócio

João Martins critica gastos públicos e alerta para endividamento no agro

Em discurso no evento Agenda Brasil, presidente do CNA afirmou que o reequilíbrio fiscal deixou de ser uma escolha para se tornar uma “necessidade imperativa”

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João Martins critica gastos públicos e alerta para endividamento no agro
Durante a abertura do fórum Agenda Brasil – Crescimento, Emprego e Competitividade, realizado em São Paulo nesta terça-feira (25), o presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, fez duras críticas à condução das contas públicas do país. Martins classificou o ambiente econômico atual como hostil e afirmou que o reequilíbrio fiscal tornou-se uma urgência para evitar o colapso de estruturas produtivas e conter a pressão sobre as taxas de juros.
Principais Alertas e Indicadores Apresentados
  • Endividamento no campo: O avanço contínuo das despesas públicas e da dívida nacional empurra os juros para patamares incompatíveis com o setor privado, atingindo diretamente o agronegócio, que passa a enfrentar severa crise de endividamento.
  • Radiografia social (Estudo CNA/Senar): Dados encomendados pela entidade revelam que 70% da população ocupada no país ganha até dois salários-mínimos e cerca de 30 milhões de famílias dependem de programas sociais de transferência de renda.
  • Aporte do agronegócio: O presidente do Sistema Faesp/Senar, Tirso Meirelles, reforçou que o setor alimenta mais de 1 bilhão de pessoas no mundo e responde por metade das exportações brasileiras e 25% do PIB, mas vê seu crescimento travado pelo custo do crédito.
  • Incentivos e seguro rural: A senadora Tereza Cristina (FPA) reiterou a cobrança por eficiência nos gastos governamentais, alocação previsível de recursos para o seguro rural e proteção à renda do produtor afetado por adversidades climáticas.
De acordo com João Martins, presidente da CNA, “o descontrole dos gastos públicos tornou a economia brasileira um ambiente hostil. O próprio agro, que foi por muito tempo uma ilha de prosperidade, está a braços com uma crise de endividamento. A ação e a omissão do governo estão envenenando o país com os maiores juros reais do mundo. O ajuste das contas não é mais uma escolha, é uma necessidade imperativa.”
Para Tirso Meirelles, presidente do Sistema Faesp/Senar, “o setor responde por um quarto do PIB e metade das nossas exportações. No entanto, o endividamento do produtor por conta dos juros altos e da inflação impede a continuidade do ritmo de crescimento da produção nacional.”
Fonte: CNA
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