Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,67 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,83 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,47 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,42 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,64 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,04 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 147,24 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 145,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 165,82 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 169,09 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 138,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 157,91 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,16 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,17 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.340,34 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.275,64 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 169,69 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 139,23 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 155,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 168,44 / cx
Energia

Segurança energética na ordem do dia

Segurança energética e desenvolvimento econômico serão debatidos no XV Congresso Brasileiro de Energia, em outubro, no Rio de Janeiro. Evento marcará a comemoração dos 50 anos da Coppe.

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Segurança energética na ordem do dia

Segurança Energética e Desenvolvimento Econômico serão os temas oficiais do XV Congresso Brasileiro de Energia, a ser realizado de 22 a 24 de outubro, no Centro Empresarial da Firjan, no Rio de Janeiro, promovido e organizado pelo PPE – Programa de Planejamento Energético da COPPE/UFRJ.

A edição especial do evento comemora os 50 anos da COPPE/UFRJ, o Instituto Alberto Luiz de Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, na solução de problemas concretos da sociedade brasileira. É o momento de autoridades, empresários e especialistas em energia discutirem os caminhos para ampliar a segurança da matriz energética brasileira e reduzir as emissões
de CO² na atmosfera.

Coerente com o meio século vanguarda da COPPE/UFRJ – que leva o nome de seu fundador – na pesquisa em áreas da maior importância para o desenvolvimento científico e tecnológico brasileiro, o presidente do XV CBE, Luiz Pinguelli Rosa, e o Coordenador Geral do evento, Prof Marco Aurélio dos Santos, destacaram que os temas da política energética em debate e os trabalhos técnicos que deverão refletir as preocupações e os esforços atuais da comunidade científica e acadêmica brasileira na busca de soluções
para o setor energético.

Energia e petróleo em destaque – Nos três dias de discussão do Congresso, em diversos painéis, serão avaliadas as novas perspectivas e os desafios do setor energético brasileiro, sob a ótica das novas regras para as tarifas de energia.

Serão as fontes renováveis de energia, como a solar e a eólica, uma alternativa viável para as necessidades de equilíbrio do meio ambiente, sem agravar os problemas das mudanças climáticas?

Segundo o Prof. Marco Aurélio dos Santos o país necessita de uma nova mentalidade que busque as necessidades de conciliação entre a exploração do potencial de geração de energia limpa e o desenvolvimento econômico no país. Neste contexto, qual será o
cenário futuro para projetos de exploração do carvão mineral no Brasil? A geração distribuída, mediante criterioso planejamento e inovadores modelos energéticos, também poderá ser uma alternativa?

Pré-Sal – Outro tema em destaque são os desafios para a exploração das imensas reservas de petróleo do Pré-Sal. O Brasil e a Petrobras dispõem de tecnologia e de recursos na cadeia produtiva do petróleo para explorar essa riqueza em todas as suas dimensões, das atividades de exploração e produção ao refino?

Até que ponto a concorrência de novas fontes fósseis, como o gás de xisto dos Estados Unidos e o petróleo das áreas arenosas do Canadá, podem ter algum impacto na economia mundial e na competitividade do gás natural associado e não associado?

O professor Pinguelli Rosa destaca que todas estas questões serão amplamente debatidas nos seus aspectos políticos, regulatórios, tarifários e institucionais, sem descuidar das opções para a interligação de fontes de geração regional ao sistema de integração energética. Num país tão extenso como o Brasil é preciso encontrar meios eficientes para a convivência entre um sistema de universalização da energia elétrica e sistemas isolados, em regiões remotas.

As inovações tecnológicas na energia – como as redes inteligentes (smart grids), que agregam a tecnologia da informação em sensores nas linhas da rede de energia elétrica – poderão dar sua contribuição, assim como as tecnologias para armazenamento de energia, acredita o coordenador do evento, professor Marco Aurélio dos Santos.

Até que ponto as modificações no Código Mineral Brasileiro, melhoraram as perspectivas para a exploração de recursos minerais energéticos no país. Qual o futuro da mineração de Urânio no Brasil? E qual a importância futura da energia nuclear no país, diante do atraso da construção da Usina Nuclear de Angra III e da redobrada cautela em todo o mundo após os vazamentos causados pelo terremoto na Usina de Fukujima, no Japão?

Meio Ambiente – Segundo o prof. Marco Aurélio dos Santos, o meio ambiente deverá ter um papel fundamental na viabilidade de novos empreendimentos no futuro. Ele aponta para o fato da reversão do ritmo de emissões de gases de efeito estufa derivado do desmatamento e o aumento significativo das fontes energéticas na matriz de emissão de gases do país. Para o professor, o  planejamento da expansão deve observar seriamente esta tendência, pois a questão poderá se intensificar em um futuro próximo. Ele aponta a questão da construção das plantas eólicas sem interconexão com o sistema, a redução do papel da hidreletricidade (reservatórios de acumulação de água plurianuais) na matriz energética como um dos pontos nevrálgicos deste dilema.

Outra questão importante é a pressão social que se exerce sobre a construção de novos empreendimentos, sobretudo na Amazônia. Há riscos sérios de bons projetos não serem levados adiante sob a égide de impactos sociais e ambientais na região.

Trabalhos técnicos – Os interessados em apresentar trabalhos técnicos no XV CBE têm até o dia 31 de julho para enviar por e-mail o material de acordo com as normas publicadas no site do congresso: www.congressoenergia.com.br.

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Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 66,67
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 121,83
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 128,47
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 8,42
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,36
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,64
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 4,85
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 4,88
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 5,04
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 147,24
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 145,93
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 165,82
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 169,09
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 138,85
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 157,91
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,16
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,17
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.340,34
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.275,64
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 169,69
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 139,23
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 155,86
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 168,44
    cx

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