Os chamados suíno light já correspondem a cerca de 25% do abate com SIF em Santa Catarina e 91% do abate da cooperativa Aurora.
Números dos machos suínos Embrapa MS58 e MS60
Redação SI 14/11/2001
de Chapecó, no programa de desenvolvimento genético suíno. O programa começou em 1992, quando as pesquisas para o desenvolvimento de um macho suíno terminal, com altos índices de carne magra, melhor conformação e rendimento dos cortes nobres, iniciaram-se na Embrapa. O objetivo do trabalho era disponibilizar aos pequenos e médios produtores, e aos próprios integrados da Aurora, suínos de alta qualidade genética a preço acessível.
O sucesso do Embrapa MS58 (mínimo de 58% de carne magra na carcaça) foi tão grande, que as parceiras decidiram avançar seu programa e desenvolveram o macho Embrapa MS60 (na foto – mínimo de 60% de carne magra na carcaça). O novo animal foi lançado oficialmente ao mercado em agosto do ano passado. De acordo com Jerônimo Antonio Fávero, pesquisador do departamento de Melhoramento Genético Suíno da Embrapa, os machos MS58 já estão presentes em 14 Estados brasileiros. “Os descendentes dos machos Embrapa MS58 e alguns MS60, em 2000, totalizando 1.494.347 cabeças, correspondem a 25% do abate SIF de Santa Catarina e 7,7% do abate SIF do Brasil”, diz. “Também correspondem a 91% do abate da Aurora, em 2000, terceiro maior abate de suínos do País”. A fila de espera para aquisição dos animais Embrapa, devido à grande procura, está durando cerca de um ano.
Leia também no Agrimídia:
- •Síndromes respiratórias, sanidade e cenário global marcam a edição de fevereiro da Revista Suinocultura Industrial
- •Reino Unido impõe restrições a importações do Chipre após surto de febre aftosa
- •Produção de proteínas cresce em 2025, mas preços da suinocultura iniciam 2026 sob pressão
- •Número de granjas de suínos segue em queda na Áustria





















