Estudo econômico aponta transgênicos como opção de cultura para União Européia. Milho e soja GM ganham destaque.
Conferência da UE apresenta estudo sobre trangênicos
Em Conferência em Londres, o analista econômico da IEC, Peter Van Horne, apresentou os resultados da pesquisa do Instituto de Pesquisas da Holanda sobre o impacto econômico atual e futuramente na adoção de culturas geneticamente modificadas (GM). A soja e o milho foram o alvo principal, uma vez que são a principal base alimentar para frangos e suínos.
Van Horne discutiu o aumento da adoção desse tipo de cultura e utilizou os Estados Unidos, Argentina e Brasil como exemplos. Os três países aumentaram a produção de GM nos últimos anos. Em 2000, pouco mais de 50% das plantações de soja foram de GM, e 2007 esse número já havia aumentado para 90%. No Brasil, no ano 2000, aenas 10% da cultura era de GM e a previsão é que, até 2010, esse número chegue à 80%.
Em 2007, mais de 70% da colheita de milho foi de GM, comparado à 60% na Argentina. O Brasil ainda não utiliza milho geneticamente modificado.
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Se a aprovação da utilizção de transgênicos na União Européia continuar lenta e rigorosa há previsão de uma crescente dependência de importações de alimentos com custos mais elevados.
Van Horne discutiu com representantes da IEC o estudo sobre os impactos dos GM na Europa. Sem nenhuma mudança na política da UE, é previsto aumento da soja e do preço dos alimentos para animais, o que acarreta no aumento dos preços da carne suína e de aves.
Van Horne clonclui dizendo que a solução é a UE adotar uma tolerância para permitir transgênicos modificados e acelerar o processo de aprovação das novas variedades.
* Com informações do World Poultry





















