A carne suína de um macho não castrado emite odores fortes. Estudo quer indentificar gene que produz o cheiro para resolver o problema.
Castração suína pode ser abolida

Cientistas da Faculdade de Ciências Agrárias – Universidade de Aarhus, na Dinamarca, estão investigando um método que evita a castração de leitões com o uso da genética. A castração dos leitões deve ser feita, pois a carne suína proveniente do animal não castrado emite odores muito fortes quando cozida, desestimulando seu consumo.
Sabe-se que a castratação não é agradável ao animal. Além disso, ter que castrar um plantel suíno inteiro significa mais trabalho para o produtor. Logo, se um método “genético” puder evitar o procedimento, este irá beneficiar a cadeia toda.
Genes do cheiro- Existe uma grande variação no odor do macho entre os animais. Segundo os cientistas dinamarqueses, há uma área na estrutura genética dos suínos que está envolvida com seu odor. O odor na carne de porco ocorre devido ao acúmulo dos compostos escatol e androstenona no tecido adiposo. Este processo é controlado por determinados genes. Por isso, os cientistas querem investigar com precisão quais genes estão envolvidos e como eles regulam o processo de formação do odor.
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Uma ferramenta de diagnóstico pode ser desenvolvida para descobrir o risco de desenvolvimento de odor do macho. Além disso, métodos de melhoramento genético poderiam ser desenvolvidos para evitar o problema. As informações são do site Pig Progress.





















