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Perda pós-colheita

Segundo IBGE, Brasil desperdiça 3,45 milhões de toneladas de soja após colheita do grão.

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Da Redação 16/03/2005 – Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que os maiores desperdícios na agricultura brasileira estão na fase da pós-colheita. Das 51,48 milhões de toneladas de soja produzidas no Brasil em 2003, 3,45 milhões de toneladas, ou 7% do total, foram perdidas no transporte ou armazenamento do produto. O estudo foi divulgado hoje pelo IBGE.

As perdas se devem “ao mal estado de conservação das estradas brasileiras, por onde escoa a maior parte da produção, bem como pelo acondicionamento inadequado do produto nas carretas”. As perdas são atribuídas também ao armazenamento, que segundo a pesquisa muitas vezes carece de qualidade e favorece o ataque de pragas e doenças.

Além disso, de acordo com o IBGE, “a armazenagem está no limite de sua capacidade física, pois a produção geral de grãos no Brasil é crescente, tendo batido recordes”.

A pesquisa engloba a produção de grãos no País entre 1997 e 2003 e mostra que a soja brasileira registrou crescimentos expressivos na disponibilidade interna do produto e exportações, além das já citadas perdas no transporte e armazenamento. Houve um crescimento forte, por exemplo, na disponibilidade interna (quantidade do produto disponível para consumo no País) da soja no período. Em 1997, eram 17,17 milhões de toneladas do produto disponíveis para consumo interno. Em 2003, o volume já chegava a 26,25 milhões de toneladas.

As exportações do produto subiram de 8,3 milhões de toneladas em 1997 para 19,9 milhões de toneladas em 2003, um crescimento de 137%. Já as perdas pós-colheita passaram de 1,9 milhão de toneladas em 1997 para as 3,5 milhões de toneladas de 2003. Apesar do aumento do volume perdido, o porcentual de perda manteve-se em 7% do total produzido nos dois anos (1997 e 2003).

As perdas pós-colheita de grãos produzidos no País cresceram para todos os produtos pesquisados pelo IBGE entre 1997 e 2003. No caso do milho, as perdas chegaram a 3,2 milhões de toneladas em 1997 (cerca de 10% da produção de 32,94 milhões de t produzidas naquele ano) e a 4,09 milhões de t em 2003 (8,5% da produção de 48 milhões de t).

As perdas da soja foram de 7% da produção em 1997 e 2003, ano em que a perda chegou a 3, 45 milhões. No caso de alguns produtos importantes para a cesta básica nacional, como o arroz, o porcentual de perda foi ainda maior. Em 2003, as perdas do arroz no pós-colheita chegaram a 1,19 milhão de toneladas, ou 12% da produção de 10,31 milhões de toneladas.

No documento de divulgação da pesquisa, os técnicos do IBGE alertam que as elevadas perdas do arroz “indicam a necessidade de melhoramentos na infra-estrutura e gerenciamento do transporte e armazenamento deste cereal”.

A perda do trigo chegou a 486 mil toneladas em 2003 (8% da produção naquele ano) e a do feijão, de 102 mil toneladas (3% da produção de 3,3 milhões de t em 2003). As perdas calculadas pelo IBGE, segundo pesquisa divulgada há pouco, referem-se basicamente a transporte e armazenamento dos produtos.

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