A primeira semente geneticamente modificada com tecnologia brasileira tem raiz no Estado em que mais surgem restrições à produção de grãos transgênicos.
Primeira semente nacional de soja transgênica é criada no PR
Redação (09/08/07) – Os produtores paranaenses não podem usar o glifosato pós-emergente para cultivar soja Roundup Ready e a seção estadual da Justiça Federal suspendeu, há um mês, o processo de liberação comercial do milho Liberty Link, com efeito para todo o Brasil. Os pesquisadores da nova soja acreditam, no entanto, que a participação brasileira vai favorecer a liberação comercial da semente.
A soja transgênica assinada pela multinacional alemã e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária está tecnicamente pronta para cultivo. Além dos experimentos realizados em campos do Paraná, as sementes foram testadas em áreas de Goiás, Mato Grosso, São Paulo, Piauí e Rondônia. "Os experimentos foram realizados mais aqui no Paraná e hoje ainda ocupam 10% do tempo dos cerca de 100 pesquisadores envolvidos", conta o geneticista José Granciso Ferraz de Toledo, pesquisador da Embrapa Soja, com sede em Londrina. Ele afirma que, com testes em solo nacional, será mais fácil responder a possíveis questionamentos científicos no processo de registro do grão.
Leia também no Agrimídia:
- •Sistema OCESC reúne mais de 20 cooperativas em Chapecó para discutir inovação no agro
- •Sensor ingerível do MIT pode transformar o monitoramento na produção animal
- •Consumo de ovos no Brasil deve chegar a 307 unidades por pessoa em 2026, aponta estudo do BNB
- •Suíno vivo sobe para R$ 108/@ na Bolsa paulista























