Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Suspensas autorizações para milho transgênico no PR

A decisão deve atrasar a chegada de sementes transgênicas ao produtor, prevista inicialmente para 2009.

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Da Redação 16/10/2007 – A Justiça Federal do Paraná suspendeu as autorizações de plantio comercial de milho transgênico concedidas desde maio pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) para as empresas Bayer, Monsanto e Syngenta.Também fica proibido à CTNBio autorizar futuros pedidos sem a revisão das medidas de biossegurança em todo o País.

A decisão deve atrasar a chegada de sementes transgênicas ao produtor, prevista inicialmente para 2009. Segundo a juíza federal substituta da Vara Ambiental de Curitiba, Pepita Durski Tramontini Mazin, as normas elaboradas não atendem ao princípio da precaução e à Lei de Biossegurança e desrespeitam a liminar de julho.

Nos próximos dias, o Ministério da Ciência e Tecnologia irá recorrer por meio da Advocacia-Geral da União. A data limite para apresentação do recurso é a próxima sexta-feira. As empresas preferiram não se manifestar sobre a decisão judicial. Na reunião da CTNBio, que se inicia na quinta-feira (18/10), não há nenhum processo de liberação comercial de transgênico previsto para ser votado.

A disputa judicial que começa a ser travada nos próximos dias envolve normas de coexistência entre lavouras, monitoramento pós-liberação de plantio comercial e estudos de impacto nas regiões Norte e Nordeste do país. Segundo a assessoria do Ministério da Ciência e Tecnologia, a CTNBio estabeleceu um plano genérico de monitoramento para nortear a proposta que cada empresa apresentará para análise. Maria Rita Reis, advogada da Terra de Direitos, contesta: a CTNBio não poderia ter elaborado normas sem comunicá-las à Justiça, nem delegar às empresas a apresentação de um plano, que seria apenas aprovado ou não posteriormente pela própria comissão. A diretora executiva do Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB), Alda Lerayer, classificou como absurda a contestação de pareceres científicos.

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