Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,28 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,94 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,60 / kg
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Suíno - Estadual RSR$ 6,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,43 / cx
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 183,29 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,18 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.173,45 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.086,74 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 157,65 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 168,54 / cx

Commodities em alta de novo?

Leia artigo de Geraldo SantAna de Camargo Barros é professor titular da Esalq/USP e coordenador científico do Cepea.

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Redação (22/08/2008)- Os preços das commodities, que vinham em impressionante alta até meados do primeiro semestre, passaram por uma reversão deste então, indicando para o estouro de uma possível bolha. No decorrer do último mês, mais especialmente na última semana, caracterizou-se uma “re-reversão”. Assim, segundo o Financial Times, na última semana, o petróleo (Brent) elevou-se 8%; o ouro, 5%; o milho, 11%, o trigo, 10%; soja, 8%; o café, 6%; açúcar, 5%; algodão, 4%; suco de laranja, 4% . São as maiores altas em uma semana dos últimos 3 anos, segundo a Bloomberg .

O quê terá ocorrido nesta última semana para provocar a retomada de alta das commodities? Uma possível explicação vincula essa mudança a uma revisão de expectativas a respeito do crescimento mundial. O mercado havia se convencido de que a aceleração inflacionária iria forçar as principais economias (em termos de crescimento) a pisar no freio. A expectativa era a de que, terminada a Olimpíada, a China iria conter o ritmo de crescimento visando a controlar a inflação, que parecia preocupar as autoridades daquele país. A desaceleração chinesa representaria perda de fôlego para o resto do mundo.

No entanto, as informações que chegam ao Ocidente dão conta que a China está providenciando não só a retomada do ritmo de atividades que havia sido contido em preparação à Olimpíada, mas muito mais. Os jornais de hoje relatam pronunciamento do vice-primeiro ministro incitando os agentes econômicos a acelerarem o crescimento do consumo interno (51% do PIB) como alternativa à esperada queda das importações do resto do mundo. 

Como referência, pode-se ter em mente que as previsões da Fapri , por exemplo, indicavam que as commodities agropecuárias – com exceção do açúcar – permaneceriam nos altos níveis do primeiro semestre a menos que, entre outras coisas, a China reduzisse seu crescimento para menos que 8,5% ao ano. A probabilidade de que essa redução se concretize diminui bastante com as informações desta semana.

Fica o problema, porém, de que o maior freio ao crescimento vem da limitação ao uso de recursos naturais: petróleo, minérios em geral, terra, água. Imensos investimentos são necessários para aumentar a oferta desses bens. Isso toma tempo, além de vultosos recursos. Ou seja, se fica mais difícil de a inflação ir embora, os preços altos vieram para ficar – até que a demanda mundial se ajuste à oferta.

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