A maior demanda nacional e internacional elevou a cotação dos insumos.
Com “empurrão” especulativo, grão segue em alta em Chicago
Ainda impulsionadas pela elevação de apostas especulativas, mas também ajudadas por sinais de melhora na demanda americana e internacional, as cotações da soja alcançaram o maior patamar em três meses ontem na bolsa de Chicago.
Os contratos com vencimento em julho, que atualmente ocupam a segunda posição de entrega naquele mercado (normalmente a de maior liquidez), subiram 14,50 centavos de dólar e fecharam a US$ 10,3025 por bushel.
Como tornou-se comum nas últimas semanas, fundos especulativos e fundos de índices continuaram elevando suas posições compradas no mercado de soja de Chicago, em reação às medidas, muitas delas com reflexos inflacionários, anunciadas por Washington para tentar devolver alguma cor ao sistema financeiro dos EUA.
Leia também no Agrimídia:
- •Preços do frango reagem em abril, mas seguem abaixo dos níveis de 2025, aponta Cepea
- •Bahia consolida liderança na avicultura do Nordeste com avanço na produção e projeção de crescimento
- •Produtores de SC discutem desafios da biosseguridade na suinocultura independente
- •Frimesa atinge 100% de certificação em bem-estar animal e amplia uso de energia renovável
E ontem a tendência de alta também foi reforçada pelo fato de que a demanda externa por soja americana mostrou vigor na semana encerrada em 9 de abril, ainda sob a influência dos problemas da Argentina para conseguir vender.
Ainda na bolsa de Chicago, o milho pegou carona com a soja e também subiu. O bushel para julho fechou a US$ 4,0350, com valorização de 6,25 centavos de dólar.























