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Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,95 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
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Suíno - Estadual PRR$ 6,62 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 171,75 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,34 / cx
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Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,94 / cx
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Frango - Indicador SPR$ 6,90 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.272,01 / t
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Soja

Vazio sanitário no PR

Produtores do Paraná têm até o dia 14/06 para eliminar soja do campo, para evitar propagação da ferrugem asiática.

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Vazio sanitário no PR

Os produtores de soja de todo o Paraná têm até a próxima segunda-feira para eliminar as áreas de soja. A medida visa evitar a proliferação da ferrugem asiática nas lavouras de soja do Estado, que somente na região dos Campos Gerais causou perdas de R$ 45 milhões.

O engenheiro agrônomo fiscal de Divisão de Defesa Sanitária Vegetal, Jair Pescador, explica que técnicos da divisão estão executando ações que visam a aplicação do Programa Estadual de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (Pecfs), no intuito de reduzir a níveis menores a ferrugem em todo o Paraná. “Estamos orientando os produtores através de palestras para cumprirem o prazo determinado, que vai de 15 de junho a 15 de setembro”, diz.

Conforme Pescador, nestes três meses estará proibido o plantio, a manutenção de plantas vivas no campo e a movimentação inadequada da soja que possa contribuir com o surgimento de plantas voluntárias que nascem em beiras de estradas, caminhos e ferrovias. “Todas as plantas remanescentes da safra passada devem ser eliminadas”.

Na região dos Campos Gerais, muitos produtores estão esperando pelas geadas, para que a erradicação seja natural. Em outros casos, é necessário o uso de herbicidas para erradicar as plantas vivas. Enquanto isso, agentes fiscais da Seab estão em campo notificando todas as pessoas físicas ou jurídicas envolvidas com o plantio, colheita, armazenagem, comércio, industrialização, beneficiamento, movimentação ou transporte da soja sobre o prazo final para a destruição de plantas vivas remanescentes, que expira na próxima segunda-feira.

Quem não respeitar às determinações estará sujeito à multas, que podem variar, restrição ao crédito rural, subvenções ou acessos aos programas oficiais do Estado e, em alguns casos, até a interdição da propriedade. “O produtor que não atender ao chamado do vazio sanitário, e forem encontradas plantas vivas remanescentes da soja na propriedade, será instaurado processo administrativo”, diz. Já para o produtor reincidente a multa chega a R$ 3 mil.

Ferrugem causa prejuízo de R$ 45 milhões

Dados preliminares do Departamento de Economia Rural (Deral), do núcleo regional da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento em Ponta Grossa, apontam que a ferrugem asiática já causou prejuízos de R$ 45 milhões na região. O engenheiro agrônomo do Deral, José Roberto Tosato, diz que os produtores tiveram que fazer de três a cinco pulverizações, quando o normal chega a uma. O principal responsável pelo aparecimento da doença foi o excesso de chuvas durante o desenvolvimento vegetativo. “Se por um lado a chuva ajudou a soja a crescer e a sustentar a floração e frutificação, por outro favoreceu o aparecimento da ferrugem por conta do excesso de umidade”, explica. O engenheiro agrônomo fiscal de Divisão de Defesa Sanitária Vegetal, Jair Pescador, observa que os prejuízos poderiam ser mais significativos caso não houvesse o período de vazio sanitário.

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