Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,87 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,94 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.569,61 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.499,49 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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OGM

Nova soja transgênica

Syngenta projeta para os próximos cinco anos o lançamento sementes com maior tolerância à estiagem e mais resistentes ao fungo da ferrugem asiática.

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Nova soja transgênica

A Syngenta projeta para os próximos cinco anos o lançamento das primeiras variedades de soja geneticamente modificadas, uma com maior tolerância à estiagem e outra mais resistente ao fungo da ferrugem asiática. A companhia trabalha ainda no desenvolvimento de transgênicos de segunda geração com maior teor de óleo. “Essas são as três principais vertentes da nossa pesquisa”, afirma Laércio Giampani, diretor-geral da multinacional para o Brasil.

O executivo diz que os pesquisadores ainda não vislumbram uma soja totalmente resistente à ferrugem, principal praga dessa lavoura no Brasil – e que movimenta um mercado de cerca de US$ 1 bilhão em agrotóxicos. “Vamos conseguir uma variedade que possibilite reduzir de 2,8 para 1,5 a duas aplicações de fungicidas por safra”, acredita. A Syngenta prevê, ainda para 2012, o lançamento de variedades tradicionais até 8% mais produtivas que as disponíveis hoje.

Giampani afirma que o Brasil tem potencial para aumentar de modo expressivo a produtividade de sua principal lavoura nas próximas safras. “Acredito que vamos atingir uma produtividade média de 4 mil quilos por hectare até 2013”. Para a safra 2010/11, o rendimento médio deve ser de aproximadamente 3,1 mil quilos.

Nos EUA, a companhia começa a negociar na próxima primavera transgênicos de milho com maior tolerância à estiagem. Segundo Chuck Lee, diretor-global de milho, as novas variedades oferecem um ganho de 10% a 15% de produtividade em condições de estresse hídrico, quando comparadas às variedades tradicionais.

Enquanto isso, o desafio de Lee é explorar o potencial de mercados ainda atrasado no que diz respeito à produtividade de milho – entre eles, o Brasil. O país colhe aproximadamente 4 mil quilos por hectare, ainda distante dos 10 mil quilos médios observados nos Estados Unidos.

Segundo a Syngenta, um produtor americano investe cerca de US$ 255 por hectare de milho, dos quais 73% em sementes e 27% em defensivos. No Brasil, esse valor não chega a US$ 190, sendo que mais da metade em defensivos.

“Com um pouco mais de investimento em biotecnologia, podemos aumentar a produtividade brasileira em 50% nos próximos anos”, acredita Lee. Contudo, nem mesmo os Estados Unidos estão próximos de um teto. “Em 15 anos, vamos dobrar nossa produtividade”, promete o americano.

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