Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,90 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,23 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,46 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,92 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,03 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,53 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,61 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,63 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,64 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.461,42 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,39 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,87 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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China importa cinco vezes mais milho e mercado reage com alta nos preços

A nível interno, analista diz que saca de milho pode bater os R$ 100 e tendência é de patamares mais altos até a entrada da safra de inverno

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China importa cinco vezes mais milho e mercado reage com alta nos preços

A importação de milho da China aumentou cinco vezes em janeiro e fevereiro ante o mesmo período do ano passado. Segundo a Administração Geral de Alfândegas do país asiático, o volume registrado foi de 4,8 milhões de toneladas.

De acordo com o chefe de grãos da Datagro, Flávio França, a alta nas importações chinesas é explicada por dois motivos. “Temos o reflexo, ainda que parcial, da recuperação do rebanho suíno afetado pela peste suína africana e também do acordo comercial entre China e Estados Unidos. Desde setembro de 2020, a China importou 19,3 milhões de toneladas de milho americano e terá a necessidade de comprar mais”, ressalta.

Segundo o analista, a forte demanda pelo cereal na China e em todo mundo, seguirá dando suporte aos preços na Bolsa de Chicago. “Desde o ano passado temos uma redução nos estoques norte-americanos e mundiais, que vem provocando sucessivas altas no mercado internacional. Acredito em preços sustentados até a entrada da nova safra americana. Até julho os preços podem oscilar, mas sempre em patamares mais altos”, projeta França.

A nível interno, o chefe de grãos da Datagro diz que a situação do mercado brasileiro de milho é ‘tensa’, onde o cenário é favorável ao produtor, mas negativa aos consumidores. “A saca negociada a R$ 100 que antes era um mito pode acontecer sim. Na verdade, quem vai dizer o teto de preços é o consumidor. O mercado vai chegar até onde o consumidor conseguir pagar. A situação para o mercado só deve se normalizar com a entrada da safra de inverno, que deve chegar de maneira tardia, a partir de julho”, diz.

Nesta segunda, 22, o indicador do milho do Cepea renovou a máxima histórica da série de preços. A cotação variou 0,59% em relação a última sexta, 19, e passou de R$ 93,3 para R$ 93,85 por saca. No acumulado do ano, o indicador valorizou 19,33%. Em 12 meses, os preços alcançaram 61,06% de alta.

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