Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 153,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,27 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,13 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,24 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 133,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 147,25 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.536,73 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.447,51 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 126,99 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 143,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,69 / cx
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Agronegócio

Rendimento médio no agro de Goiás salta 20,5% e alcança R$ 5,5 mil

Alta real de R$ 947,23 no primeiro trimestre de 2026 foi impulsionada pelos segmentos primário e de serviços, além da expansão da formalização no setor.

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Rendimento médio no agro de Goiás salta 20,5% e alcança R$ 5,5 mil
O rendimento médio mensal habitual dos trabalhadores do agronegócio em Goiás atingiu R$ 5.562,92 no primeiro trimestre de 2026, registrando um crescimento real de 20,5% (já descontada a inflação pelo IPCA) em relação ao mesmo período de 2025. O levantamento do Instituto Mauro Borges (IMB), elaborado com base na PNAD Contínua do IBGE, revela avanço da renda em todas as etapas da cadeia produtiva e fortalecimento da carteira assinada no estado.
Evolução do Rendimento Médio Real e Ocupação por Segmento (1T2025 vs 1T2026)
Segmento / CategoriaRenda Média (1T2026)Variação Real (%)Destaques do Mercado de Trabalho
Primário(Campo)R$ 7.024,59+25,4%Maior rendimento médio absoluto entre os setores.
InsumosR$ 6.582,56+7,7%Manutenção de patamar elevado de remuneração.
Serviços do AgroR$ 5.641,71+33,4%Maior crescimento percentual de renda do período.
AgroindústriaR$ 3.002,83+19,1%Único segmento a ampliar vagas totais (+8,1 mil ocupados).
Trabalhadores FormaisR$ 7.760,19+20,8%Contingente formal subiu para 611,7 mil pessoas.
Trabalhadores InformaisR$ 3.951,32+26,8%Queda na informalidade (-17,3 mil trabalhadores).
Destaques Estratégicos e Indicadores de Emprego
  • Peso do setor na economia local: O agronegócio emprega 1,08 milhão de pessoas em Goiás, o que equivale a 28% de toda a população ocupada no estado.
  • Avanço do trabalho formal: Houve substituição de vagas informais por empregos com carteira assinada. O número de formais subiu para 611,7 mil, enquanto o contingente informal caiu de 480,9 mil para 463,6 mil.
  • Crescimento do empreendedorismo: O número de empregadores no agro aumentou 19,1%, passando de 42,5 mil para 50,6 mil pessoas.
  • Geração de empregos na avicultura e proteína animal: A criação de aves destacou-se com o acréscimo de 10,6 mil ocupados, enquanto o segmento de abate e processamento de carnes e pescados adicionou 9,5 mil trabalhadores.
  • Elevada escolaridade: O número de trabalhadores com ensino superior completo no setor agrícola cresceu 6%, alcançando 271,5 mil profissionais.
Os dados da PNAD Contínua foram reponderados pelo IBGE com base nas projeções do Censo Demográfico 2022. O incremento simultâneo da renda real e do número de trabalhadores com ensino superior reflete a modernização tecnológica e a profissionalização do agronegócio goiano.
Fonte: Governo de Goiás
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