Principais commodities mundiais registram queda com pressão do mercado chinês.
Preços despencam em Chicago

A expectativa de que a China poderá adotar medidas que afetem seu acelerado crescimento econômico voltou a ganhar força e a derrubar as cotações de algumas das principais commodities agrícolas ontem no mercado internacional. O mesmo sentimento derrubou preços de grãos e outros produtos na sexta-feira, mas como nada aconteceu no fim de semana houve uma recuperação parcial na segunda.
Ontem, em uma bolsa de Chicago cada vez mais contaminada pela especulação, os principais grãos voltaram a registrar quedas próximas aos limites máximos permitidos em uma sessão, limites esses de fato atingidos na sexta. O trigo foi o que mais caiu. Os futuros de segunda posição de entrega do cereal caiu 6,7%, para US$ 6,6475 por bushel. Para estes papéis, mostram cálculos do Valor Data, a alta acumulada em 2010 foi reduzida para 19,77%, enquanto os ganhos em 12 meses recuaram para 13,88%.
Na soja, a segunda posição caiu 5,16%, para US$ 12,27 por bushel. Os ganhos no diminuíram para 17,02%, e em 12 meses, para 20,8%. No milho, a baixa foi de 5,1%, para US$ 5,40 por bushel, reduzindo as valorizações em 2010 para 27,28% e em 12 meses para 29,34%.
Leia também no Agrimídia:
- •Embrapa avança na África com projeto de tecnologia para produção sustentável
- •Ministério da Agricultura e Pecuária alerta para volatilidade nos fertilizantes e recomenda cautela na compra
- •Promaq amplia modernização da produção agrícola com entrega de máquinas no Rio Grande do Sul
- •EUA preparam medidas de apoio ao agro enquanto definem metas de biocombustíveis para 2026/2027





















