Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Mercado Externo

Dinamarca trabalha para que todas as construções do país sejam sustentáveis até 2020

Uma construção de baixo impacto ambiental custa cerca de 5% a mais do que uma casa comum naquele país.

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A Dinamarca estuda beneficiar financeiramente as construções ecoeficientes. A ideia é que as pessoas que utilizarem painéis solares e sistema de reaproveitamento de água, por exemplo, paguem menos impostos. Com isso, o governo pretende que todas as novas casas construídas sejam consideradas “verdes” até 2020.

“Os dinamarqueses não são do tipo que abraça árvores, mas a preocupação ambiental está sendo incentivada pelo governo”, diz Thomas Nordli, consultor da Rockwool, empresa que trabalha com tecnologias limpas para construção civil. Uma construção de baixo impacto ambiental custa cerca de 5% a mais do que uma casa comum naquele país.

“Depois de construída, no entanto, o proprietário só tem beneficia e economiza na médio-longo prazo”, explica o especialista da Rockwool. Num país frio como a Dinamarca, algumas tecnologias de construção podem reduzir significativamente os custos de aquecimento. As janelas maiores (para entrar mais luminosidade) com vidros três vezes mais grossos, aliados às paredes com cerca de 50 cm, funcionam como “cobertor” para a casa e reduzem os gastos com aquecimento.
“Essa tecnologia pode ser usada também para resfriamento, em países quentes como o Brasil”, diz Nordli. Desde a crise do petróleo da década de 1970, a Dinamarca tem investido em energias alternativas, como biomassa, energia solar e eólica – que hoje representa cerca de 20% da matriz energética do país.

Copenhague – Mas não é só o governo que incentiva as soluções verdes. A capital e maior cidade da Dinamarca, Copenhague, vem recebendo investimentos do setor privado para se tornar neutra em carbono, até 2025. E desde o ano 2000, já reduziu em 20% suas emissões de carbono. Atingir a meta de neutralizar as emissões de carbono até 2020, depende de uma aliança estabelecida entre a prefeitura, a iniciativa privada e as universidades locais. Assim, os órgãos públicos fazem um levantamento dos problemas e apresentam soluções.

Por sua vez, as empresas e a Universidade da Dinamarca criam e desenvolvem tecnologias para implantar as resoluções. E após escolhida a tecnologia, é feita uma licitação para escolher a mais barata. Feito isso, a cidade investe cerca de 1,3 bilhão de dólares ao ano na contratação dos serviços por meio dessas licitações.

Nesse ano, cerca de 400 empresas já participaram da iniciativa. Segundo o prefeito de Copenhague, Frank Jensen, a cidade funciona como um laboratório vivo dessas soluções, para depois serem lançadas em outros mercados de forma mais ampla.

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