Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Falta de energia mata 100 mil aves em Goiás

A maioria das aves perdidas já estavam prontas para o abate. O prejuízo pode chegar a meio milhão de reais.

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Redação (18/03/2009) – A interrupção no fornecimento de energia elétrica em Inhumas voltou a causar transtornos e prejuízos a consumidores da região. Na segunda-feira (16), após ficar sem energia por mais de sete horas em seis aviários que tem às margens da GO-070, entre Inhumas e Itauçu, o avicultor João Renato Abdala perdeu mais da metade de seu plantel. Um prejuízo que pode beirar meio milhão de reais.

Ontem (17) pela manhã, enquanto preparavam o descarte das aves mortas, que foram enterradas em valas abertas na área da granja, João Renato e o filho dele, Alberto Ganzaroli Neto, calculavam que o prejuízo deve ficar entre R$ 280 mil e R$ 400 mil. "Perdemos cerca 100 mil aves, a maioria pronta para o abate", conta João Renato, que pretendia abater as aves no próximo sábado.

Ele explica que aves, principalmente em idade de abate, são muito sensíveis. O aviário depende da energia elétrica para a alimentação das aves e ventilação dos galpões. "Sem ventilação adequada, a ave pode morrer", diz Alberto, que teve o fornecimento de energia na granja interrompido na segunda-feira por volta das 10 horas.

Até as 17h30, quando o abastecimento foi normalizado, ele já acumulava sete protocolos de reclamações registradas na Companhia Energética de Goiás (Celg). Em outros quatro aviários que a família tem na região, a falta de energia na segunda-feira provocou a morte de aproximadamente mil aves.

"Esse problema tem se repetido com frequência e nunca temos uma solução", queixa-se Alberto, que anuncia que vai cobrar os prejuízos da Celg. Presidente da Associação dos Avicultores de Itaberaí e Região, Roberto Salviano reforça as queixas dos empresários sobre as falhas no fornecimento de energia.

Segundo ele, as interrupções têm sido rotineiras e sempre geram perdas de pequena e média proporções. Ele adianta que a associação deve buscar na Celg e na Justiça uma solução para o problema.

Empresários de vários segmentos da economia com empresas localizadas na capital e no interior queixavam-se das constantes interrupções no fornecimento de energia. O problema foi atribuído à falta de investimentos na manutenção e melhoria da rede.

De acordo com o gerente de Energia da Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR), Jorge Pereira da Silva, os consumidores de pequeno ou grande porte que se sentirem prejudicados por falhas na prestação de serviços pela Celg devem procurar a concessionária.

Se não houver o reparo do problema, a AGR deve ser acionada. Já os pedidos de ressarcimento de possíveis prejuízos, segundo informa o diretor, devem ser encaminhados à Justiça.

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