A carne suína é muito apreciada na alimentação e alguns cuidados devem ser tomados no que diz respeito à sua qualidade.
A qualidade da carcaça suína e o manejo do animal

A carne suína é muito apreciada na alimentação e alguns cuidados devem ser tomados no que diz respeito à sua qualidade. O período do pré-abate é muito importante no que diz respeito ao bem estar do animal e consequentemente à qualidade das carcaças obtidas.
Objetivando a qualidade o manejo pré-abate deve seguir alguns passos como o jejum alimentar de oito a doze horas antes do embarque rumo ao frigorífico evitando contaminação durante o abate, porém a água deve ser oferecida à vontade; tempo de transporte deve ser considerado; os animais não devem ser misturados a grupos estranhos; a espera no abatedouro e a condução ao abate também são essenciais.
O estresse dos animais durante esse processo causam grandes prejuízos à indústria, além da perda da qualidade final oferecida aos consumidores. O estresse pode acarretar em hematomas e escoriações na carcaça, a carne suína pode ficar pálida e flácida ou escura, firme e ressecada.
Leia também no Agrimídia:
- •Suinocultura europeia: adequação da Ucrânia às normas da UE exigirá investimento milionário e reestruturação das granjas
- •Preços do suíno recuam no Reino Unido enquanto Europa apresenta recuperação gradual
- •Decisão judicial no Canadá pode redefinir regras de comercialização para carne suína orgânica
- •Produção de ração cresce na Alemanha e reforça demanda da suinocultura
O manejo apropriado é essencial para o produtor e para os abatedouros, uma vez que contribui para a economia da ração, redução da taxa de mortalidade durante o transporte, aumento da velocidade e facilidade no processo de evisceração, redução no volume de dejetos e padronização no rendimento das carcaças e da qualidade da carne. Se as orientações forem seguidas com cautela e cuidado irão proporcionar maior bem estar aos animais, melhorando consequentemente a qualidade final da carcaça.





















