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Saúde Animal

Prevenção é o melhor caminho – por Eva Hunka

Uma das maiores causas de prejuízos na indústria avícola é a colibacilose aviária, causada pela bactéria Escherichia coli, que pode atingir toda a cadeia produtiva da granja

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Prevenção é o melhor caminho – por Eva Hunka

PersonalidadesUma das maiores causas de prejuízos na indústria avícola é a colibacilose aviária, causada pela bactéria Escherichia coli, pode atingir toda a cadeia produtiva da granja. Apesar de dificilmente ser a causa primária de doença nas aves, esse tipo de bactéria se instala no trato respiratório, digestivo e reprodutor das aves após o nascimento ou na fase adulta. Muitas vezes na forma de infecção secundária, agravando o quadro de doenças respiratórias ou mesmo evoluindo para uma sepse.

As formas clinicas podem variar tanto em intensidade quanto na manifestações dos sinais, e as perdas relacionadas ao desempenho dos lotes, na maioria das vezes, estão ligadas ao aumento da mortalidade, redução no ganho de peso e piora na conversão alimentar.

Essas características fazem da E. coli uma das maiores causas de uso de antibióticos nas aves por isso, é necessário um cuidado especial com a manutenção da saúde do plantel de galinhas produtoras de ovos e de carne, considerando também a qualidade alimentar para o consumidor final e mercados exportadores. 

A prevenção ainda é a melhor solução para barrar o problema e garantir a sanidade das aves. Isso inclui boas condições de manejo das aves e dos ovos para evitar a contaminação da casca, além da utilização de produtos eficazes no combate precoce à doença.

Durante décadas o controle de E. coli e outras bactérias patogênicas era feito por meio de medicamentos, muitas vezes adicionados a ração, de forma preventiva, durante todo período de vida da ave. Porém, com as novas exigências do mercado, principalmente por parte do consumidor, o uso dos antimicrobianos está cada vez mais restrito aos tratamentos e devem ser utilizados apenas sob prescrição do Medico Veterinário.

Para o uso de antibióticos no tratamento da E. coli é importante atentar para a concentração e qualidade do produto a ser utilizado. O uso de produtos inadequados pode aumentar o risco de resistência a estas drogas, e estes genes de resistência desenvolvidos pela E. coli, podem ser compartilhados com outras bactérias como as Salmonelas, por exemplo, dificultando ainda mais o controle destes agentes na granja.

Um produto com eficiência garantida e sem resíduos na carcaça, além de ser indicado para a produção de frangos saudáveis, também assegura também a qualidade do alimento para o consumidor final. Procure sempre utilizar produtos reconhecidos por sua segurança alimentar e de acordo com as exigências do mercado internacional.

Outra opção para o controle da E. coli é a utilização de vacina viva ainda na primeira semana de idade. A vacinação, além de atuar na proteção contra a colibacilose, promove uma melhoria na resposta imunológica inespecífica, através da ativação do GALT, de maneira uniforme, pois induz os tecidos linfoides a uma exposição controlada, no momento em que a flora intestinal ainda está em formação.

Na busca de uma alternativa de controle, a vacinação contra colibacilose proporciona uma proteção de amplo espectro e é uma estratégia bastante eficaz, conveniente e economicamente viável, pois tende a melhorar o desempenho de lote de frangos de corte, poedeiras e matrizes, além de reduzir a mortalidade e a necessidade de tratamento terapêutico, favorecendo o uso prudente de antimicrobianos.

 

 

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