Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Na SI: Falta de mão de obra acelera a busca por automação e IA nas granjas de suínos

Reportagem de capa ouve pesquisadores da Embrapa, da USP e um especialista em tecnologia sobre o que já funciona, o que ainda é sonho e o que falta para as soluções chegarem ao produtor

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Na SI: Falta de mão de obra acelera a busca por automação e IA nas granjas de suínos

O apagão de mão de obra virou tema obrigatório em eventos e palestras da suinocultura. Para o pesquisador Osmar Antonio Dalla Costa, da Embrapa Suínos e Aves, o diagnóstico já está feito, e a pergunta agora é outra: o que o setor está fazendo de diferente? A resposta dele é direta. “Eu só vejo um caminho: a gente tem que pensar na automação.”

A reportagem de capa da edição 332 da revista Suinocultura Industrial mostra por que o problema não deve se resolver sozinho, com granjas cada vez maiores, condições de trabalho que pouco mudaram em 20 anos e mais gente deixando o campo do que voltando. E apresenta as frentes em que a tecnologia já pode fazer diferença.

Do robô humanoide às câmeras inteligentes

Dalla Costa defende um projeto ambicioso, em parceria público-privada, para desenvolver robôs que atuem na maternidade e no embarque de suínos. Ao mesmo tempo, aponta caminhos mais próximos, como a automação da ambiência, da alimentação por fase e da limpeza e desinfecção das instalações.

Nas universidades, a pesquisa já apresenta resultados. A engenheira de biossistemas Verônica Pacheco, da FZEA/USP, explica como imagens 3D, coloridas e térmicas, interpretadas por inteligência artificial, conseguem estimar o peso dos animais, avaliar comportamento e identificar estresse térmico. O desafio, segundo ela, é levar a precisão obtida em experimentos para a realidade da granja comercial. “É muito importante a gente desenvolver essas tecnologias em conjunto com os produtores”, afirma.

Automação não é robótica

O médico veterinário e empresário Leonardo Thielo De La Vega faz uma distinção importante: ligar um comedouro ou subir uma cortina por programação é automação, enquanto o robô de verdade combina mecânica com uma inteligência capaz de interpretar o ambiente. Ele conta como sua startup patenteou nos Estados Unidos uma tecnologia de visão computacional que identifica mudanças de comportamento dos suínos antes que a doença apareça, e por que um algoritmo criado para granjas americanas “ficou perdido” ao chegar a uma instalação brasileira.

A reportagem traz ainda um box sobre a densidade robótica no mundo, com dados da Federação Internacional de Robótica que mostram por que o país com o maior parque de robôs industriais não é o mais robotizado.

Leia a reportagem completa na edição 332 da revista Suinocultura Industrial.

Da Redação

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