Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,79 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,47 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,42 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,83 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,79 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,97 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,43 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 172,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 192,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 164,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 188,97 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,29 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.291,22 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.156,90 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 199,06 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 171,38 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 163,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 182,06 / cx
Mercado Interno

Boletim ABCS: Mercado & Cotações

Segundo pesquisas da entidade nacional, mercado de suínos trabalha com cotações estabilizadas em Santa Catarina, Distrito Federal, Minas Gerais e Paraná. Veja a análise completa.

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Em Santa Catarina o mercado está estável sem alterações significativas no preço do quilo do suíno vivo, que nesta semana foi comercializado a R$ 2,30 o quilo, R$ 0,05 a mais que na semana anterior. Segundo a Associação Catarinense dos Criadores de Suínos (ACCS), a baixa nos preços do custo de produção, como os referentes ao farelo de soja e milho, aumentaram a margem de lucro do suinocultor, que começa a se recuperar.

O mesmo cenário se repete para os produtores do Distrito Federal, que têm vendido os animais a um preço médio estável, fechando a comercialização na semana em R$ 2,77 o quilo do suíno vivo. A estabilidade das cotações é considerada positiva para a Associação dos Criadores de Suínos do Distrito Federal (DF SUIN), se comparada ao primeiro trimestre do ano anterior. Com esse panorama, os suinocultores aguardam a alta dos preços já na primeira semana de abril, após o feriado.

Em São Paulo, a bolsa da semana apenas sinalizou a cotação, que fechou em R$ 52,00 a @, o equivalente a R$ 2,77 o quilo do suíno vivo. Porém, segundo a Associação Paulista dos Criadores de Suínos (APCS) o mercado físico tem comercializado em R$ 48,00 a @, ou R$ 2,56 o quilo do suíno vivo. Com o custo de produção em torno de R$ 2,45 o quilo, a rentabilidade do produtor nesse mês foi de cerca de 5%.

Minas Gerais está com o mercado estabilizado essa semana com o quilo do suíno vivo sem comercializado a R$ 2,60, segundo a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (ASEMG), que considera a situação típica de véspera de feriado da Semana Santa. Segundo o diretor industrial do Frigorífico Industrial Betim (Frigobet), Mauro Soares Costa, a demanda estava bastante ajustada, mas nessa semana o mercado retrocedeu. “Estamos abatendo cerca de 60% a menos que a capacidade total do frigorífico. Porém, essa margem de queda é considerada normal para a época do ano. Esperamos recuperar as vendas na primeira quinzena de abril”, explica.

Já o Paraná segue a semana com o preço do quilo do suíno vivo sendo cotado a R$ 2,30 e R$ 2,20 em determinadas regiões, mantendo a estabilidade da semana anterior. Para a Associação Paranaense de Suinocultores (APS) as pequenas alterações na cotação auxiliam na sustentação de um preço real de mercado. 

Declarações
A partir da segunda semana de abril esperamos uma elevação nos preços, já que até a Semana Santa os valores devem ser mantidos pela restrição no consumo de carnes. Esse mês aumentou fortemente a demanda, já que os frigoríficos têm buscado animais também no mercado independente.
Losivânio Luiz de Lorenzi, vice-presidente da ACCS
 
A queda no preço dos insumos tem melhorado a rentabilidade do suinocultor, apesar deste não ter conseguido incrementar o preço do quilo do suíno vivo. Com isto, há mais estabilidade na relação receita/despesa e melhoria do poder de compra do produtor. 
Carlos Geesdorf, presidente da APS

A semana registrou um desaquecimento do mercado em função da tradicional queda de demanda ocorrida durante o feriado da Semana Santa. e também em consequência da queda do preço em estados como o Mato Grosso, que leva os suinocultores daquele estado a comercializarem seus animais aqui no DF. Mas, a expectativa é que na primeira semana de abril o preço normalize e venha a subir gradativamente.
Marcelo Lopes, presidente da DFSuin
 
O mercado retrocedeu. Os frigoríficos estão comprando menor quantidade e pagando preço inferior ao da semana passada.  Os suinocultores não estão com animais sobrando, porém as vendas não estão no ritmo esperado.
José Arnaldo Penna, vice-presidente da Asemg

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Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 69,79
    kg
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    PR
    R$ 121,47
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 128,12
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 9,46
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    SP
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  • Suíno - Estadual
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    R$ 5,97
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  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 174,43
    cx
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    R$ 172,19
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    Grande São Paulo (SP)
    R$ 191,47
    cx
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    Vermelho
    R$ 192,55
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    R$ 164,20
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    Bastos (SP)
    R$ 188,97
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,29
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,30
    kg
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    t
  • Trigo Atacado - Regional
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    R$ 1.156,90
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 199,06
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 171,38
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 163,38
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 182,06
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