Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 72,02 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,17 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,97 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 182,85 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 200,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 208,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,78 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,00 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,01 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.224,33 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.090,60 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 227,05 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,95 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 187,56 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 197,23 / cx
Mercado Interno

Boletim ABCS: Mercado & Cotações

Mercado suíno mineiro está aquecido, segundo a Asemg. Paraná, Distrito Federal e Mato Grosso sinalizam comércio estável.

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Boletim ABCS: Mercado & Cotações

Minas Gerais está com o mercado de vendas direta bastante aquecido, segundo a Associação de Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg), porém a venda para frigoríficos tem se mantido no mesmo patamar, sem grandes alterações de compra. Atualmente, Minas é o estado que tem praticado o melhor preço na cotação do quilo do suíno vivo, permanecendo o valor praticado na semana anterior de R$ 2,80 o quilo. Ainda segundo a associação a expectativa é de alta nos preços do quilo do suíno vivo para determinadas regiões do estado.

No Paraná o mercado está estável sem alterações significativas no preço do quilo do suíno vivo, que nesta semana foi comercializado a R$ 2,30 o quilo. Segundo a Associação Paranaense de Suinocultores (APS), a baixa nos preços do custo de produção, como os referentes ao farelo de soja e milho, estão mantendo a margem de lucro do suinocultor.

O mesmo cenário se repete para os produtores do Distrito Federal, que têm vendido os animais a um preço médio estável, fechando a comercialização na semana em R$ 2,80 o quilo do suíno vivo. A estabilidade das cotações já é esperada pela Associação dos Criadores de Suínos do Distrito Federal (DFSuin), se comparada ao segundo trimestre do ano anterior. Com esse panorama, os suinocultores aguardam a alta para as próximas semanas com a aproximação das baixas temperaturas. Em São Paulo, a bolsa da semana apresentou queda se comparado ao preço comercializado na semana anterior, fechando em R$ 52,00 a @, o equivalente a R$ 2,77 o quilo do suíno vivo, cerca de R$ 0,10 a menos que preço praticado na última bolsa.

Já o Mato Grosso segue a semana com o preço do quilo do suíno vivo sendo cotado a R$ 2,30 mantendo a estabilidade da semana anterior. Para a Associação dos Criadores de Suínos do Mato Grosso (Acrismat) as pequenas alterações na cotação auxiliam na sustentação de um preço real de mercado.
 
Declarações

O Mato Grosso mantido estável o preço, mesmo que outros estados tenham apresentado queda. Ao longo dos anos analisamos que nossa região demora a receber os impactos do preço nas regiões do centro-sul, por isso, esperamos que esses estados voltem a se normalizar para que o suinocultor daqui não seja afetado pelas baixas no preço.
Custódio Rodrigues de Castro Jr., secretário-executivo da Acrismat

O mercado já está a algum tempo estabilizado, mas isso pode ser considerado bom para o produtor, pela garantia de lucratividade. Com a estabilidade, o consumo se mantém e, consequentemente, o produtor passa a ter um lucro certo no final de cada mês.
Carlos Geesdorf, presidente da APS

Nossa expectativa era que o mercado reagisse com a aproximação do Dias das Mães, a segunda melhor época de comercialização de carne suína. Mas estamos aguardando o final dessa semana para um possível aumento no preço.
Marcelo Lopes, presidente da DFSuin
 
Essa semana o mercado sinalizou a estabilidade nos preços, mas esperamos algum aumento para as próximas semanas. Na semana anterior tivemos informações que algumas regiões atuaram com valores abaixo do cotado na bolsa, mas essa situação não se repetiu ao longo desses dias. Isso nos dá mais garantia de estabilidade nos preços e conseguimos descartar a possibilidade de queda.
José Arnaldo Penna, vice-presidente da Asemg

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    R$ 127,12
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