Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Chapecó é debatida em Brasília

Uma comitiva catarinense deve se reunir hoje (24) com o ministro da Casa Civil, José Dirceu, para discutir os encaminhamentos em relação à negociação de venda da empresa.

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Da Redação 24/06/2003 – Enquanto a novela da Chapecó Alimentos continua sem um final, uma comitiva catarinense deve se reunir às 20h de hoje (24) com o ministro da Casa Civil, José Dirceu, para discutir os encaminhamentos em relação à negociação de venda da empresa.

O governador Luiz Henrique da Silveira, prefeitos e representantes dos integrados e funcionários, vão pedir apoio do ministro na agilização das negociações. Ontem, numa reunião, algumas reivindicações foram retiradas.

Integrados estão sem receber

O presidente do Sindicato dos Criadores de Aves de Santa Catrina, Valdemar Kovaleski, disse que é necessário um crédito emergencial de R$ 4 milhões para pagar os avicultores integrados, que estão sem receber desde novembro. Kovaleski disse que os produtores estão parados e sem fonte de renda.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Carnes e Derivados de Chapecó, Miguel Padilha, afirmou que a dívida com os 2,1 mil funcionários demitidos é de R$ 8 milhões, sendo que a primeira parcela, de R$ 1,5 milhão, já está vencida.

O prefeito de Chapecó, Pedro Uczai, disse que uma das alternativas é buscar recursos para os integrados via Pronaf e, para os funcionários, pressionar o Bradesco para que volte a comprar títulos cambiais e duplicatas que somam cerca de US$ 1,2 milhão.

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