Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Caso Chapecó: temores se acentuam

A demora do grupo francês Dreyfus em assumir o controle da Chapecó Alimentos está levando lideranças da região Oeste do Estado a duvidarem da concretização do negócio.

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Da Redação 05/11/2003 – 06h00 – Um denominado “plano B”, que implicaria no arrendamento com opção de compra das quatro unidades do frigorífico está em andamento. Isso implicaria em fracionar a Chapecó. As unidades de Chapecó e Santa Rosa (RS) ficariam com a Aurora, a de Xaxim seria arrendada pela Sadia e a de Cascavel (PR) pela Globoaves.

As negociações entre a Chapecó e a Dreyfus já duram mais de seis meses. O último capítulo da novela foi uma reunião realizada na semana passada entre a direção do frigorífico, políticos da região Oeste e representantes da multinacional na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro.

Na ocasião, a diretoria da Chapecó tentou obter R$ 10 milhões do grupo francês para pagamento de fornecedores e compra de matérias-primas. Não obteve sucesso. “O clima estava totalmente tenso”, resume Pedro Uczai, prefeito de Chapecó, que estava presente. O diretor-presidente do frigorífico, Celso Schmitz, afirmou que o comportamento dos representantes da Dreyfus foi “estranho”.
Um dos fatores que está travando a realização do negócio é a questão da dívida da Chapecó, de quase R$ 1 bilhão, que teria de ser perdoada para que a Dreyfus assumisse o frigorífico. Faltam ainda acertar 5% desse total, que está em poder de fundos de pensão, como Aeros e Serpro.

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