Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,90 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,23 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,46 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,92 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,03 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,53 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,61 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,63 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,64 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.461,42 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,39 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,87 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Agroindústrias

Indústria catarinense recebe com tranquilidade nova regulamentação do trabalho em frigoríficos

Ávila considera essas exigências coerentes, racionais e necessárias.

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Indústria catarinense recebe com tranquilidade nova regulamentação do trabalho em frigoríficos

Apesar da complexidade da matéria e de suas repercussões econômicas, as agroindústrias catarinenses de processamento de carnes receberam com tranqüilidade a recém-editada Norma Regulamentadora 36 (NR 36) que disciplina a atividade laboral dentro dos frigoríficos. “Somos favoráveis as ações que possibilitem uma evolução em termos de segurança e saúde ocupacional”, resumiu o presidente do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados no Estado de Santa Catarina (Sindicarne), Clever Pirola Ávila.

Em relação as principais mudanças que a NR 36 traz na indústria da carne, o dirigente salientou que se trata da busca de harmonização nacional de pré-requisitos vitais para a evolução balanceada no processo operativo industrial.

Ávila considera essas exigências coerentes, racionais e necessárias porque são medidas evolutivas que buscam o bem-estar no trabalho, com equilíbrio da relação esforço/produção.

Observa, contudo, que essas exigências encarecerão a atividade industrial. A CNI prevê que os frigoríficos terão que investir R$ 7 bilhões para se adequarem a NR 36. “Teremos inicialmente custos adicionais, os quais serão gradativamente ajustados por investimentos em automatização e automação”.

O presidente do Sindicarne realça que o Estado de  Santa Catarina encontra-se em  estágio avançado em relação ao atendimento das novas normas: está alinhado com o prazo determinado pela nova legislação e as empresas possuem profissionais aptos a aplicar o novo conceito nos postos operacionais.

Ao cumprir a NR 36, a indústria da carne de Santa Catarina não perde nem ganha competitividade, mas avança em segurança e saúde ocupacional. A adesão às novas normas será gradativa, desde as ações mais simples – que  são aplicadas nos próximos dois meses –, até as ações mais complexas que serão implementadas em até dois anos. As sansões pela não-adesão à norma prevista na Lei Brasileira vão desde advertências, multas e até mesmo fechamento das operações

INOVAÇÕES
As novas exigências que a NR 36 apresenta às empresas do setor, no tocante à segurança do trabalho, estão vinculadas a pausas operacionais em função do exercício de cada função.

Em todos os casos, as pausas devem ser computadas como efetivamente trabalhadas e não haverá aumento do ritmo de trabalho para compensá-las.

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