Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,73 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,42 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,86 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,91 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.571,30 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.500,74 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Agroindústrias

CVM questiona JBS sobre operações com derivativos

Regulador diz que o volume de operações é associado com mudanças de exposição ao risco.

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CVM questiona JBS sobre operações com derivativos

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) questionou o frigorífico JBS na semana passada sobre suas operações com derivativos, que são realizadas desde 2011. “[A autarquia] não tem conhecimento de nenhuma companhia aberta brasileira não financeira que utilize esses instrumentos com tamanho volume”, afirma a CVM. O regulador diz ainda que o volume de operações é associado com mudanças constantes de exposição ao risco de direcionamento (de comprado, quando se aposta na alta de um ativo, para vendido, ou seja, aposta na baixa, e vice-versa).

Para explicar as operações que realiza nesse segmento há pelo menos dois anos, a empresa reuniu seu conselho fiscal no dia 11, mostra ata do encontro divulgada nesta terça-feira. Segundo Rafael Harada, da diretoria de controle de riscos do grupo, os derivativos foram utilizados com o “intuito exclusivo de proteção patrimonial (hedge)”.

Além disso, Florisvaldo Caetano, conselheiro fiscal, reconheceu que as transações com derivativos de 2011, 2012 e 2013 constam do objeto social da companhia e também estão dentro da política de gerenciamento de risco da JBS. Demétrius Macei, outro conselheiro, concordou com a posição.

Na decisão do conselho, o material enviado pela CVM, bem como a assertiva da Superintendência de Relações com o Mercado e Intermediários, será entregue a auditoria independente para que se monte um trabalho especializado sobre o assunto. O órgão do frigorífico terá, então, de aprovar o texto.

As operações com derivativos despertaram as atenções do mercado em 2008 devido ao caso da Sadia. A companhia, na época, extrapolou a função de “hedge” das transações e arcou com um prejuízo total de R$ 2,48 bilhões no acumulado do ano.

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