Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
Destaque Todas Páginas
Anuário 2016

Suinocultura em ano estável

Com leve crescimento na produção e nas exportações, oferta e demanda da carne suína permaneceram ajustadas.

Suinocultura em ano estável

Suinocultura em ano estávelA suinocultura brasileira viveu um ano estável, muito embora tenha visto seus custos de produção aumentarem consideravelmente a partir do segundo semestre. Essa alta é resultado da volatilidade do dólar e de sua valorização em relação ao real. Embora em um primeiro momento essa situação resulte em maior competitividade do produto brasileiro no mercado externo, a permanência dessa condição gera diversos impactos internos.

Com maior atratividade para exportar, o preço do milho e da soja passou a ter “paridade de porto”, ou seja, os preços praticados internamente passaram a se elevar diante dos maiores ganhos obtidos com embarques. Além disso, a importação de uma série de insumos utilizados na atividade suinícola ficou mais cara. Taxas de energia, combustíveis e diversos itens formadores dos custos se elevaram também no período. A tendência é que os custos continuem elevados no início de 2016.

Em termos de produção, o ano deve fechar com um volume aproximado de 3,6 milhões de toneladas, crescimento estimado em 4% no comparativo com 2014. O aumento está calcado na maior produtividade e manteve a oferta ajustada a demanda. O consumo per capita vai crescer um pouco, ficando dentro do patamar de 15 kg. Os montantes exportados devem apresentar crescimento de 7%, atingindo a marca de 530 mil toneladas, embora com queda na receita em dólar, que nesse ano irá atingir algo próximo de US$ 1,4 bilhão.

O ano de 2015 pode ser considerado bom para a suinocultura, mesmo diante de algumas dificuldades pontuais ao longo do ano e da alta de custos em sua parte final. A questão é que o setor produtivo precisa ficar atento em 2016, que começa com custos elevados, já que esse cenário de grãos e de valorização do dólar tende a se manter. Tradicionalmente, o primeiro trimestre é um período desaquecido na suinocultura, tanto no mercado interno quanto externo. Um pouco de atenção e avaliação do cenário contribui para que 2016 não se torne um ano de dificuldades maiores.

Já está no ar o Anuário’ 2016 da Suinocultura Industrial, uma análise de todos os segmentos que compõem a produção de suínos em 2015, com as projeções e previsões para o próximo ano.

Nesta edição, o leitor pode conferir as análises conjunturais, econômicas da suinocultura brasileira em 2015 e as projeções para o setor em 2016.O anuário ainda traz os números de exportação, mercado interno e do setor de grãos, além do impacto do dólar sobre todo o setor produtivo.

Acesse a revista online e fique bem informado sobre o setor avícola 

Assuntos Relacionados suinocultura
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343