Mais de 80 propriedades criam marrecos em SC. Mercado está em crescimento e anima os produtores.
Pequenos produtores de SC trocam a criação de frango pela de marreco
Pequenos produtores de Santa Catarina trocam a criação de frango pela de marreco. O motivo principal é o bom preço oferecido pelo mercado e quem já apostou na mudança está satisfeito.
Geraldo Jung cria mais de 7 mil marrecos na propriedade que fica em Pomerode, no Vale do Itajaí. O agricultor decidiu trabalhar com esta produção há dois anos. “Trabalhar com marreco é melhor do que trabalhar com frango. Traz mais renda porque pelo pato, eles pagam mais”, diz.
Assim como Geraldo, Rosália deixou de criar frangos e apostou nos marrecos. A troca tem compensado. “Não dá muito trabalho e o rendimento é maior do que os frangos, por cabeça. O ganho do marreco também é maior pelo peso”, diz Rosália Glatz Modrow.
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Para atender um mercado exigente, nos aviários, os cuidados de manejo são redobrados. A temperatura precisa ficar em torno de 20 graus para garantir a saúde das aves e àqueles que têm menos de 10 dias permanecem por mais cinco semanas até ganharem três quilos.
Só em um frigorífico, 11 mil marrecos são abatidos por dia. São mais de 220 mil aves por mês. Metade desta produção fica no Brasil mesmo e outra parte vai para o Japão e Oriente Médio.
“Em relação há 2013 tivemos um incremento perto de 20% em volumes e faturamentos”, explica Marcondes Moser, diretor de operações do frigorífico.




















