Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Agropecuária

Cooperativas catarinenses investem na produção

Agropecuária apresentou o maior investimento, alcançando 397% de aumento 

Presidente da Ocesc, Luiz Vicente SuzinO cooperativismo catarinense vem mostrando por meio de seus números que, ao longo de 10 anos, construiu uma base econômica sólida, que influencia diretamente o PIB do Estado. Implantando novas tecnologias e modernizando suas operações em todos os 12 ramos de atuação, as cooperativas registraram R$ 6,4 bilhões em imobilizado, crescimento que ultrapassa 340% entre 2006 e 2015.

“Esse dado demonstra o nível de eficiência e de evolução tecnológica das cooperativas. E caminha lado a lado com o aumento do número de colaboradores, que nesses 10 anos passou de 22.922 para 56.850”, comenta Luiz Vicente Suzin, presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC).

Os ramos que mais investiram no período foram o agropecuário, com imobilizado no valor de R$ 4,7 bilhões, o de saúde, com R$ 598 milhões, o infraestrutura, com R$ 350 milhões, o consumo, com R$ 263 milhões, e o crédito, com R$ 238 milhões.

O ramo agropecuário é o que em todos os anos apresentou o maior investimento, alcançando 397% de aumento em comparação aos últimos 10 anos. “O interessante desse ramo é observar que o número de cooperados cresceu apenas 17,6% nesse período. Isso quer dizer que houve uma modernização no campo, que exigiu mais investimentos para que as cooperativas pudessem atender melhor seus cooperados. A produção média das lavouras aumentou, os cultivares ficaram mais produtivos, as sementes foram melhoradas. Tudo isso provocou a necessidade de melhorar estruturas e logísticas de distribuição”, avalia Suzin

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