Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,90 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,23 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,46 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,92 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,03 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,53 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,61 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,63 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,64 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.461,42 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,39 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,87 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Vaivém das Commodities

Barreiras externas à carne do Brasil devem ter fôlego curto

Essa crise deverá ter vida bem mais curta do que as anteriores

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Barreiras externas à carne do Brasil devem ter fôlego curto

A Operação Carne Fraca já provocou um desastre sobre a imagem das carnes do Brasil. Deu, aliás, muita munição para os concorrentes do país. Essa crise, porém, deverá ter vida bem mais curta do que as anteriores.

A presença do país no exterior é tão importante que, apesar das reações iniciais, os países importadores não têm muito poder de manobra na compra de proteínas fora do mercado brasileiro.

È claro que os importadores vão utilizar lupas ainda mais potentes para verificar a qualidade do produto do Brasil. E a indústria brasileira não pode errar daqui para a frente. Não é preciso apenas dizer que tem qualidade, mas terá de provar e manter essa qualidade.

Por que a pressão dos importadores pode não durar tanto? Primeiro, a demanda internacional por proteínas está elevada. Prova disso é a intensa aceleração dos preços externos.

As exportações brasileiras de carne suína estão sendo feitas com valorização de 41% em relação às de igual período do ano passado.

Frango

O mercado externo tem, também, uma pressão no setor de avicultura. Os preços atuais recebidos pelas empresas brasileiras exportadoras são 21% superiores aos de março do ano passado.

A pressão é menor na carne bovina, mas os preços atuais superam em 10% os de há um ano. Os dados foram divulgados pela Secex nesta segunda-feira (20).

Outro fator que deverá dar sustentação à demanda pela carne brasileira são os problemas sanitários que ocorrem pelo mundo.

Grandes mercados, que vão da exigente União Europeia a Estados Unidos e China, deparam-se com doenças recorrentes nos setores de avicultura e de suinocultura.

A grande diferença entre a situação do Brasil e a desses países é que, por lá, as doenças afetam a produção e provocam a necessidade de abate de rebanhos.

No Brasil, o problema é pontual e depende de ajustes na fiscalização. O país tem, porém, de provar aos importadores que os problemas internos foram regularizados.

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