Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Ractopamina

Rússia vai restringir entrada de carne suína e bovina do Brasil em dezembro

Rússia disse que estava considerando uma proibição após encontrar o aditivo ractopamina em alguns carregamentos

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Rússia vai restringir entrada de carne suína e bovina do Brasil em dezembro

A Rússia vai impor restrições temporárias às importações de carnes bovina e suína do Brasil a partir de 1º de dezembro, informou a agência de segurança alimentar do país, a Rosselkhoznadzor, nesta segunda-feira (20/11).

Na semana passada, a Rússia disse que estava considerando uma proibição de todas as importações de carnes suína e bovina do Brasil, após encontrar o aditivo ractopamina em alguns carregamentos, alegação que grupos setoriais da área de carnes do Brasil negaram.

“Dada a gravidade da situação, a Rosselkhoznadzor é forçada a tomar medidas urgentes para proteger os consumidores russos e o mercado alimentar doméstico e introduzir restrições temporárias a partir de 1º de dezembro deste ano”, disse a agência em comunicado.

A Rússia é o maior importador de carne suína do Brasil —foram 245 mil toneladas em 2016— e ocupa a quarta posição na compra de bovinos —139 mil toneladas no ano passado—, de acordo com informações da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) e da Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes).

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, negou que a Rússia tenha fechado seu mercado às carnes brasileiras.

“Eu não considero isso como um mercado fechado, mas uma coisa que acontece permanentemente nas fiscalizações. É pra isso que elas existem. Não está fechado não, acho que são três ou quatro empresas que foram citadas que apareceram com esse problema, o restante continua trabalhando”, disse o ministro a jornalistas.

Blairo disse que a ractopamina é permitida em alguns países, mas não na Rússia. Ele afirmou que o ministério do país tem programas de rastreamento que buscam garantir que o aditivo não esteja presente nos carregamentos destinados a seu mercado.

“Agora, se alguma empresa fraudou ou deixou passar ou não conseguiu controlar isso, compete sim a eles fazerem as observações e a nós fazermos as correções aqui”, acrescentou.

Barreiras

Recentemente, a Rússia impôs barreiras restritivas a nove países e à União Europeia na importação de carnes, inclusive a suína.

Nesses países, como Estados Unidos, Canadá e Austrália, as restrições estarão em vigor até o final de 2018.

A medida é uma ampliação das barreiras comerciais iniciadas em 2014, por ocasião da intervenção russa na Ucrânia, ação reprovada por diversos países.

O Brasil poderia se beneficiar dessa medida, garantindo por mais um ano o patamar de exportações à Rússia. 

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