Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 65,24 / kg
Soja - Indicador PRR$ 136,66 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 144,04 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 7,76 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,06 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,64 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,70 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 4,72 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 142,42 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 145,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 153,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 155,32 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 134,40 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,87 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,89 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.406,32 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.325,69 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 157,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 133,65 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 144,92 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 154,89 / cx
Destaque Todas Páginas
Comentário

A mulher no agronegócio

Por José Zeferino Pedrozo presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (Faesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC)

É notório que, nas últimas décadas, ocorreu uma crescente participação feminina nas atividades econômicas e profissionais, nas entidades associativistas e nas organizações de intermediação social. A mulher tornou-se agente de mudanças e transformações. No campo, essa situação também é visível. A participação de mulheres como responsáveis pelos estabelecimentos rurais cresceu no País, segundo conclusões preliminares do Censo Agropecuário 2017: a direção de 18,6% dos estabelecimentos rurais estava nas mãos exclusivamente de mulheres entre 2016 e 2017. Houve evolução, pois, em 2006, o número de estabelecimentos chefiados somente por mulheres representava 12,7% do total. A participação delas na direção dos estabelecimentos rurais (18,6%), quando adicionada às mulheres que administram os estabelecimentos junto aos seus esposos (16,4%), faz com que o percentual de dirigentes do sexo feminino no agronegócio atinja a expressivos 35%.

No contrafluxo desse movimento, Santa Catarina registrou o menor percentual de propriedades gerenciadas por mulheres (10,2%). Mas isso está mudando, porque é visível que os Sindicatos, as Cooperativas, os clubes, as escolas, as associações em geral – sejam de natureza econômica, laboral, cultural ou política – estão se tornando ambientes da presença atuante da mulher. Esse fenômeno também se verifica nas instituições do universo rural. Em assembleias de cooperativas agropecuárias e de Sindicatos de empregadores ou de trabalhadores rurais festeja-se a onipresente participação feminina. As mudanças no meio rural são mais lentas e os papéis sociais exercidos pelo homem e pela mulher, definidos por costumes mais rígidos. Para vencer a inércia e o preconceito de uma estrutura patriarcal, a mulher rural superou obstáculos maiores que a urbana. Sua postura mudou: hoje ela divide a chefia da família com o marido, quando ela mesma  não assume sozinha esta função.

A busca por aperfeiçoamento por parte delas é muito grande. Nos cursos  realizados pelos sindicatos Rurais em convênio com o SENAR a participação da mulher é muito maior, frequentemente ultrapassando os 50%. Por isso, muitas mulheres acreditam que seu maior desafio é fazer com que o homem não fique para trás nesta evolução, em face da proverbial dificuldade de conscientização masculina da importância da busca do conhecimento e do aperfeiçoamento.

Outro fator importante é a capacidade de agregação e conciliação da mulher. Quando focalizamos a propriedade rural e principalmente a pequena propriedade, que é basicamente familiar, o grande desafio está em resolver os conflitos que existem entre as gerações, pois normalmente os filhos são inovadores e revolucionários e os pais são conservadores e centralizadores.

É reconhecida a eficiência que ela ostenta na propriedade rural, onde passou a interessar-se pela contabilidade de custos e resultados, pela questão previdenciária, pelos investimentos e pela viabilidade econômica. No plano social, comprova-se, hodiernamente, que  a mulher agregou qualidade e dinamismo às instituições as quais passou a participar. Sua presença contribuiu para harmonizar as diferenças, atenuar as tensões, fortalecer os pontos de convergência e realçar os interesses comuns.

Assuntos Relacionados
agronegócioAviculturasuinocultura
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 65,24
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 136,66
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 144,04
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 7,76
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,06
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,26
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 4,64
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 4,70
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 4,72
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 142,42
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 145,38
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 153,69
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 155,32
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 134,40
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 146,79
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 6,87
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 6,89
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.406,32
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.325,69
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 157,17
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 133,65
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 144,92
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 154,89
    cx

Relacionados

AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343
SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342