Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,63 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,74 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,50 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,68 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,06 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,98 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,30 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 146,25 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 145,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 164,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 169,09 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 138,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 157,62 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,19 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,20 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.335,79 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.260,04 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 169,69 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 139,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 154,89 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 169,26 / cx
Comentário

Agricultura depois da pandemia

Por José Zeferino Pedrozo, Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (Faesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC)

Agricultura depois da pandemia

Ainda é cedo para conhecer a dimensão dos estragos humanos e econômicos da pandemia no Brasil. Ainda não se sabe tudo sobre o novo coronavírus nem sobre a doença que ele causa, a Covid-19. Existem muitas incertezas no presente e no horizonte de curto prazo. Uma das poucas convicções produzidas pelo episódio que estamos vivendo é: nada mais será como antes.

Muitas mudanças e transformações ocorrerão em todas as áreas da atividade humana, seja pessoal, familiar, empresarial ou social. A agricultura não ficará de fora. Embora imprescindíveis, as medidas de combate à pandemia – especialmente o isolamento social – têm profundo efeitos econômicos: inviabilizam empresas, impedem atividades ocupacionais formais e informais, destroem empregos e derrubam a atividade econômica. O desafio crucial dos gestores públicos é definir medidas de proteção à saúde pública sem desmantelar a economia.

Quando esse quadro de dificuldade estiver superado saberemos o real tamanho de nossas insuficiências em termos de rede básica de saúde, hospitais de média e alta complexidade, indústria nacional de fármacos e insumos médico-hospitalares etc. É provável que todo o sofrimento de milhares de famílias em face da perda de entes queridos amadureça a sociedade para um exercício mais consciente da cidadania.

No setor primário da economia – agricultura, pecuária, pesca, fruticultura exploração mineral etc. – a presença da ciência e da tecnologia se intensificará, bem como o crescente emprego de recursos digitais. O desempenho da agricultura vem sendo definido há décadas pelo conhecimento científico, mas não são todos os estamentos de produtores, trabalhadores e empresários rurais que têm acesso a ele.

Políticas públicas devem ser criadas nessa direção. E nessa área vislumbramos grandes oportunidades de interação entre ações de entes públicos e privados. O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e as Federações estaduais de agricultura, junto com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), têm grande contribuição a dar – como estão dando há mais de duas décadas para a modernização do campo. Um fator novo e alvissareiro é o surgimento de centenas de startups com projetos que melhoram a gestão e otimizam o aproveitamento dos recursos humanos, técnicos e naturais dos estabelecimentos rurais de pequeno e médio porte.

Nosso otimismo reside na expectativa de que o envolvimento articulado e cooperativo de todos esses agentes – Senar, CNA, Faesc e startups – com o apoio estatal através do Ministério da Agricultura representará geração, transmissão e difusão de tecnologias acessíveis que acelerarão o desenvolvimento do campo.

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