Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,98 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,52 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,66 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,19 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 166,50 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 184,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 195,54 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 159,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 177,57 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,07 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,11 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.185,88 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.095,20 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 185,49 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 166,62 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 150,92 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,05 / cx
Boas Práticas de Produção

Frigoríficos têm evolução em políticas de bem-estar animal

Empresas brasileiras sobem em ranking global de boas práticas
 

Frigoríficos têm evolução em políticas de bem-estar animal

Os frigoríficos brasileiros avançaram no quesito bem-estar animal em 2020, segundo o Business Benchmark on Farm Animal Welfare (BBFAW), ranking que analisa as práticas das cadeias de produção de 150 empresas globais de alimentos. O levantamento, que está em sua nona edição, é produzido com apoio da Proteção Animal Mundial e da Compassion in World Farming.

O BBFAW classifica as empresas com notas que vão de 1 – dada às que têm as melhores políticas de bem-estar animal em sua cadeia de produção – a 6 – as de pior desempenho. Cinco frigoríficos brasileiros entraram no comparativo: Marfrig (que recebeu nota 2, a mais alta entre as representantes nacionais), BRF, JBS, Minerva (notas 3) e Aurora (nota 4).

Entre os quesitos avaliados pelo ranking estão práticas que vão da aplicação profilática de antibióticos em frangos à prevenção contra mutilações de rotina, como castração, corte dos dentes e da cauda.

Segundo o zootecnista e gerente de agropecuária sustentável da Proteção Animal Mundial, José Rodolfo Ciocca, essa foi a primeira vez, desde a primeira edição do ranking, em 2012, que as empresas da América Latina avançaram mais que as americanas, que estão entre as mais bem-avaliadas no levantamento. “Precisamos trabalhar com sistemas mais éticos e sustentáveis nas cadeias produtivas”, afirma.

Presente no ranking desde a primeira edição, a Marfrig passou do patamar 4 no ano passado para o 2 no novo relatório. Em nota, a empresa disse que o resultado só foi possível devido à implementação de melhorias e revisões de políticas internas, além da maior disponibilidade de informações de suas operações.

A empresa também disse que está “evitando” o confinamento de seus animais. “Aqui no Brasil existe o semiconfinamento, no qual os animais recebem suplementação durante a fase de engorda”, disse, em nota, o diretor de sustentabilidade e comunicação da Marfrig, Paulo Pianez.

A Minerva também subiu dois degraus em relação ao ano passado, quando teve nota 5. Em nota, a empresa informou que implementou a ferramenta “Trajeto do Boi” para garantir a conformidade das instalações – o bem-estar animal em transportes é outro dos quesitos avaliados no BBFAW.

A JBS repetiu a classificação 3 que havia obtido no ano passado. A companhia destacou, em nota, que só no ano passado, investiu R$ 162,8 milhões em avanços de bem-estar animal no Brasil e treinou mais de 27 mil pessoas sobre o tema.

“Outro ponto de destaque é a evolução da Seara em seu compromisso com o uso de gaiolas de gestação coletiva para matrizes suínas, que proporcionam mais conforto quando comparadas às baias individuais. O objetivo da empresa é atingir 100% da produção nesse sistema até 2025”, disse a JBS.

A BRF também seguiu com a nota de 2020. Entre suas ações, a empresa disse ter atingido 100% de sua meta de eliminação do corte ou desgaste de dentes dos suínos e que, para 2022, fará a castração cirúrgica somente em casos necessário e com o uso de analgésicos e anestésicos.

Com nota 4, a Aurora passou a ser a de pior classificação entre as brasileiras. No BBFAW de 2021, a central cooperativa catarinense foi convidada a esclarecer e evitar algumas práticas, como reduzir ou evitar o uso rotineiro de antibióticos.

Em nota, a Aurora disse que adota práticas de melhoramento genético em relação ao uso rotineiro de antibióticos. A central informou também que passou a adotar a imunocastração – técnica não-cirúrgica – em larga escala. Agora, a prática é utilizada em toda a sua criação de suínos.

 

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Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 69,98
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 121,52
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 128,66
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 10,19
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  • Suíno - Estadual
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    R$ 159,02
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    R$ 177,57
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  • Frango - Indicador
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    R$ 7,07
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    R$ 166,62
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    R$ 150,92
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