Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,45 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,17 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 125,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,81 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,27 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,18 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,42 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 156,60 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 156,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 178,89 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 148,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,80 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,36 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.339,61 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.227,34 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 180,12 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 152,10 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 165,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 179,88 / cx
Boas Práticas de Produção

Frigoríficos têm evolução em políticas de bem-estar animal

Empresas brasileiras sobem em ranking global de boas práticas
 

Frigoríficos têm evolução em políticas de bem-estar animal

Os frigoríficos brasileiros avançaram no quesito bem-estar animal em 2020, segundo o Business Benchmark on Farm Animal Welfare (BBFAW), ranking que analisa as práticas das cadeias de produção de 150 empresas globais de alimentos. O levantamento, que está em sua nona edição, é produzido com apoio da Proteção Animal Mundial e da Compassion in World Farming.

O BBFAW classifica as empresas com notas que vão de 1 – dada às que têm as melhores políticas de bem-estar animal em sua cadeia de produção – a 6 – as de pior desempenho. Cinco frigoríficos brasileiros entraram no comparativo: Marfrig (que recebeu nota 2, a mais alta entre as representantes nacionais), BRF, JBS, Minerva (notas 3) e Aurora (nota 4).

Entre os quesitos avaliados pelo ranking estão práticas que vão da aplicação profilática de antibióticos em frangos à prevenção contra mutilações de rotina, como castração, corte dos dentes e da cauda.

Segundo o zootecnista e gerente de agropecuária sustentável da Proteção Animal Mundial, José Rodolfo Ciocca, essa foi a primeira vez, desde a primeira edição do ranking, em 2012, que as empresas da América Latina avançaram mais que as americanas, que estão entre as mais bem-avaliadas no levantamento. “Precisamos trabalhar com sistemas mais éticos e sustentáveis nas cadeias produtivas”, afirma.

Presente no ranking desde a primeira edição, a Marfrig passou do patamar 4 no ano passado para o 2 no novo relatório. Em nota, a empresa disse que o resultado só foi possível devido à implementação de melhorias e revisões de políticas internas, além da maior disponibilidade de informações de suas operações.

A empresa também disse que está “evitando” o confinamento de seus animais. “Aqui no Brasil existe o semiconfinamento, no qual os animais recebem suplementação durante a fase de engorda”, disse, em nota, o diretor de sustentabilidade e comunicação da Marfrig, Paulo Pianez.

A Minerva também subiu dois degraus em relação ao ano passado, quando teve nota 5. Em nota, a empresa informou que implementou a ferramenta “Trajeto do Boi” para garantir a conformidade das instalações – o bem-estar animal em transportes é outro dos quesitos avaliados no BBFAW.

A JBS repetiu a classificação 3 que havia obtido no ano passado. A companhia destacou, em nota, que só no ano passado, investiu R$ 162,8 milhões em avanços de bem-estar animal no Brasil e treinou mais de 27 mil pessoas sobre o tema.

“Outro ponto de destaque é a evolução da Seara em seu compromisso com o uso de gaiolas de gestação coletiva para matrizes suínas, que proporcionam mais conforto quando comparadas às baias individuais. O objetivo da empresa é atingir 100% da produção nesse sistema até 2025”, disse a JBS.

A BRF também seguiu com a nota de 2020. Entre suas ações, a empresa disse ter atingido 100% de sua meta de eliminação do corte ou desgaste de dentes dos suínos e que, para 2022, fará a castração cirúrgica somente em casos necessário e com o uso de analgésicos e anestésicos.

Com nota 4, a Aurora passou a ser a de pior classificação entre as brasileiras. No BBFAW de 2021, a central cooperativa catarinense foi convidada a esclarecer e evitar algumas práticas, como reduzir ou evitar o uso rotineiro de antibióticos.

Em nota, a Aurora disse que adota práticas de melhoramento genético em relação ao uso rotineiro de antibióticos. A central informou também que passou a adotar a imunocastração – técnica não-cirúrgica – em larga escala. Agora, a prática é utilizada em toda a sua criação de suínos.

 

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Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 66,45
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 120,17
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 125,93
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 8,81
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,56
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  • Suíno - Estadual
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    R$ 156,60
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    Bastos (SP)
    R$ 148,58
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  • Frango - Indicador
    SP
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  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.227,34
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  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 180,12
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 152,10
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    R$ 165,67
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