Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Economia

Agroindústria poderá crescer 7,4% ainda este ano

Com os resultados até junho, FGV Agro eleva sua previsão

Agroindústria poderá crescer 7,4% ainda este ano

PIMAgro

O Índice de Produção Agroindustrial Brasileira (PIMAgro) calculado pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) voltou a subir em junho e, diante de uma recuperação que ganhou força no quarto trimestre do ano passado, motivou uma revisão para melhor das expectativas para o segmento em 2021 como um todo.

Segundo o FGV Agro, o indicador registrou variação positiva de 2,8% em junho, sustentado pelo grupo de produtos não-alimentícios, cuja alta foi de 16,3%. No segmento de produtos alimentícios e bebidas houve nova queda, de 6,8%. O PIMAgro é baseado em dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) do IBGE e nas variações do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR), da taxa de câmbio e do Índice de confiança do Empresário da Indústria de Transformação (ICI) da FGV.

Embora tenha sido o menor avanço desde fevereiro – em relação a maio deste ano, houve recuo -, o FGV Agro passou a estimar alta entre 3,2% e 7,4% do PIMAgro no acumulado de 2021, ante intervalo de 1,6% a 6,8% traçado inicialmente. No primeiro semestre, o avanço foi de 6,9% em relação a igual intervalo de 2020, determinado pelo segmento de produtos não-alimentícios (alta de 18,8%). Na área de alimentos e bebidas, a variação foi negativa (2,5%).

Os analistas do centro ressalvam que há uma “herança estatística” que deve ser considerada na equação. Isso porque, com a pandemia, o indicador desabou durante diversos meses. “Mesmo que a agroindústria não ampliasse efetivamente sua produção neste ano, o setor apresentaria uma taxa de crescimento positiva”, avaliaram.

No primeiro semestre, quase todas as áreas analisadas do grupo de produtos não-alimentícios registraram recuperação. A maior foi a da borracha (39,5%), seguida por têxteis (34,6%), insumos (21,1%) e florestais (8,8%). Apenas o índice dos biocombustíveis recuou, 6,8%. No caso dos produtos alimentícios e bebidas, houve queda de 5,7% e avanço de 11,4%, respectivamente.

“O segmento de produtos alimentícios e bebidas deverá apresentar relativa estabilidade em 2021 em relação ao ano anterior. O crescimento não deverá ser tão expressivo porque o segmento cresceu de forma robusta em 2020 (3,3%) – logo, a base de comparação é larga”, afirma o FGV Agro em sua análise. No segmento de produtos não-alimentícios, o avanço previsto para este ano é de 7,6% a 14,1%.

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