Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Economia

Agroindústria poderá crescer 7,4% ainda este ano

Com os resultados até junho, FGV Agro eleva sua previsão

Agroindústria poderá crescer 7,4% ainda este ano

PIMAgro

O Índice de Produção Agroindustrial Brasileira (PIMAgro) calculado pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) voltou a subir em junho e, diante de uma recuperação que ganhou força no quarto trimestre do ano passado, motivou uma revisão para melhor das expectativas para o segmento em 2021 como um todo.

Segundo o FGV Agro, o indicador registrou variação positiva de 2,8% em junho, sustentado pelo grupo de produtos não-alimentícios, cuja alta foi de 16,3%. No segmento de produtos alimentícios e bebidas houve nova queda, de 6,8%. O PIMAgro é baseado em dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) do IBGE e nas variações do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR), da taxa de câmbio e do Índice de confiança do Empresário da Indústria de Transformação (ICI) da FGV.

Embora tenha sido o menor avanço desde fevereiro – em relação a maio deste ano, houve recuo -, o FGV Agro passou a estimar alta entre 3,2% e 7,4% do PIMAgro no acumulado de 2021, ante intervalo de 1,6% a 6,8% traçado inicialmente. No primeiro semestre, o avanço foi de 6,9% em relação a igual intervalo de 2020, determinado pelo segmento de produtos não-alimentícios (alta de 18,8%). Na área de alimentos e bebidas, a variação foi negativa (2,5%).

Os analistas do centro ressalvam que há uma “herança estatística” que deve ser considerada na equação. Isso porque, com a pandemia, o indicador desabou durante diversos meses. “Mesmo que a agroindústria não ampliasse efetivamente sua produção neste ano, o setor apresentaria uma taxa de crescimento positiva”, avaliaram.

No primeiro semestre, quase todas as áreas analisadas do grupo de produtos não-alimentícios registraram recuperação. A maior foi a da borracha (39,5%), seguida por têxteis (34,6%), insumos (21,1%) e florestais (8,8%). Apenas o índice dos biocombustíveis recuou, 6,8%. No caso dos produtos alimentícios e bebidas, houve queda de 5,7% e avanço de 11,4%, respectivamente.

“O segmento de produtos alimentícios e bebidas deverá apresentar relativa estabilidade em 2021 em relação ao ano anterior. O crescimento não deverá ser tão expressivo porque o segmento cresceu de forma robusta em 2020 (3,3%) – logo, a base de comparação é larga”, afirma o FGV Agro em sua análise. No segmento de produtos não-alimentícios, o avanço previsto para este ano é de 7,6% a 14,1%.

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