Pesquisadora da Boehringer Ingelheim, Patrícia Schwarz, defende precisão no diagnóstico como ferramenta estratégica para melhorar produtividade do rebanho e rentabilidade do produtor.
Especialista destaca tecnologia para facilitar diagnóstico de doenças respiratórias em suínos
Estratégias corretas de monitoramento de controle de pneumonia enzoótica suína, uma doença respiratória com impacto negativo na sanidade do rebanho e, consequentemente, na produtividade e rentabilidade do produtor, serão destacadas pela Boehringer Ingelheim durante o Encontro Boehringer Ingelheim sobre Pneumonia Enzoótica, que acontece hoje, dia 18 de outubro, a partir das 19h30, no Hotel Vila Vergueiro, em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. A iniciativa inclui uma série de eventos regionais que serão realizados pela empresa, considerada uma escolha mundial de vacinas para suínos.
A pesquisadora da Boehringer Ingelheim, Patrícia Schwarz, destaca que a maior dificuldade no campo é saber quando utilizar cada ferramenta, seja para identificar a doença, seja para identificar o agente causador. “O diagnóstico do agente é muito fácil quando os animais estão tossindo. Antes da tosse, ou mesmo depois, fica mais difícil fazer essa identificação. O PCR é uma ferramenta comum nestes casos, já o diagnóstico da doença é mais difícil. É preciso observar as lesões de pulmão, exame histopatológico do animal e identificar se a enfermidade atinge a população inteira ou apenas alguns suínos”, alertou.
A mesma opinião é compartilhada pelo pesquisador da Embrapa Suínos e Aves e suinocultor, Marcos Morés, que participa do encontro e pondera que, na prática, nem sempre se chega a um diagnóstico definitivo. “É difícil afirmar que o rebanho não está infectado. Também é complicado estabelecer a dinâmica da infecção na granja, pois os produtores confundem a tosse como um sinal específico. Muitos acreditavam que o tratamento não funcionava enquanto se tratava de outro agente, mas com sintomas semelhantes”.
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Os encontros regionais, realizados no mês de outubro, começaram nas cidades de Fortaleza e Chapecó- SC. Hoje acontece em Paaso Fundo e em seguida será promovido nas cidades de Toledo, Campinas, Ponte Nova e Dourados. O objetivo é debater as principais ferramentas eficazes para o diagnóstico e as melhores práticas para o controle da enfermidade, além de reunir especialistas e produtores para trocar experiências sobre a prática de campo e os mais recentes resultados de pesquisas.
O produto desenvolvido pela Boehringer Ingelheim, empresa pioneira em biotecnologia para a prevenção eficaz e segura da pneumonia enzoótica é a vacina inativada contra Mycoplasma hyopneumoniae, Ingelvac MycoFLEX®. “A tecnologia exclusiva desta vacina foi desenvolvida com base no adjuvante ImpranFLEX® que além de oferecer eficiência e segurança tem a praticidade da dose única. Outra grande vantagem é que pode ser associada à vacina líder de mercado para controle da circovirose, Ingelvac CircoFLEX®, que possui a mesma tecnologia, facilitando o manejo”, destaca o Médico Veterinário e Gerente de Produtos, Eduardo Leffer.





















