Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,37 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,41 / kg
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Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,13 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,97 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 183,01 / cx
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 202,23 / cx
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.251,47 / t
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Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 182,23 / cx
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Suinocultura

Especialista destaca tecnologia para facilitar diagnóstico de doenças respiratórias em suínos

Pesquisadora da Boehringer Ingelheim, Patrícia Schwarz, defende precisão no diagnóstico como ferramenta estratégica para melhorar produtividade do rebanho e rentabilidade do produtor.

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Estratégias corretas de monitoramento de controle de pneumonia enzoótica suína, uma doença respiratória com impacto negativo na sanidade do rebanho e, consequentemente, na produtividade e rentabilidade do produtor, serão destacadas pela Boehringer Ingelheim durante o Encontro Boehringer Ingelheim sobre Pneumonia Enzoótica, que acontece hoje, dia 18 de outubro, a partir das 19h30, no Hotel Vila Vergueiro, em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. A iniciativa inclui uma série de eventos regionais que serão realizados pela empresa, considerada uma escolha mundial de vacinas para suínos.

A pesquisadora da Boehringer Ingelheim, Patrícia Schwarz, destaca que a maior dificuldade no campo é saber quando utilizar cada ferramenta, seja para identificar a doença, seja para identificar o agente causador. “O diagnóstico do agente é muito fácil quando os animais estão tossindo. Antes da tosse, ou mesmo depois, fica mais difícil fazer essa identificação. O PCR é uma ferramenta comum nestes casos, já o diagnóstico da doença é mais difícil. É preciso observar as lesões de pulmão, exame histopatológico do animal e identificar se a enfermidade atinge a população inteira ou apenas alguns suínos”, alertou.

A mesma opinião é compartilhada pelo pesquisador da Embrapa Suínos e Aves e suinocultor, Marcos Morés, que participa do encontro e pondera que, na prática, nem sempre se chega a um diagnóstico definitivo. “É difícil afirmar que o rebanho não está infectado. Também é complicado estabelecer a dinâmica da infecção na granja, pois os produtores confundem a tosse como um sinal específico. Muitos acreditavam que o tratamento não funcionava enquanto se tratava de outro agente, mas com sintomas semelhantes”.

Os encontros regionais, realizados no mês de outubro, começaram nas cidades de Fortaleza e Chapecó- SC. Hoje acontece em Paaso Fundo e em seguida será promovido nas cidades de Toledo, Campinas, Ponte Nova e Dourados. O objetivo é debater as principais ferramentas eficazes para o diagnóstico e as melhores práticas para o controle da enfermidade, além de reunir especialistas e produtores para trocar experiências sobre a prática de campo e os mais recentes resultados de pesquisas.

O produto desenvolvido pela Boehringer Ingelheim, empresa pioneira em biotecnologia para a prevenção eficaz e segura da pneumonia enzoótica é a vacina inativada contra Mycoplasma hyopneumoniae, Ingelvac MycoFLEX®. “A tecnologia exclusiva desta vacina foi desenvolvida com base no adjuvante ImpranFLEX® que além de oferecer eficiência e segurança tem a praticidade da dose única. Outra grande vantagem é que pode ser associada à vacina líder de mercado para controle da circovirose, Ingelvac CircoFLEX®, que possui a mesma tecnologia, facilitando o manejo”, destaca o Médico Veterinário e Gerente de Produtos, Eduardo Leffer.

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