Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Tradecorp adquire irlandesa OGT e avança em nutrição

Empresa pretende avançar na área de bioestimulantes feitos a partir de algas.

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Tradecorp adquire irlandesa OGT e avança em nutrição

A empresa de nutrição vegetal Tradecorp, do grupo belga Sapec, fechou a aquisição da irlandesa Oilean Glas Teo (OGT), especializada na colheita e processamento de algas marinhas. A transação, cujo valor não foi divulgado, é mais um passo na estratégia da Tradecorp para avançar no mercado de bioestimulantes, que podem ser produzidos a partir de algas.

Os bioestimulantes são moléculas que ajudam as plantas a se desenvolver e a resistir a estresses, principalmente climáticos. A Tradecorp já usava as algas da OGT como fonte de matéria-prima para a fabricação de bioestimulantes, em parceria que começou em 2011. Entretanto, com a aquisição, a companhia pretende “investigar mais as propriedades dos bioestimulantes de algas e adaptar a gama de produtos às necessidades locais”, disse Nicolas Lindemann, diretor-executivo da Tradecorp.

A meta da companhia a médio prazo é que os bioestimulantes à base de algas alcancem entre 7% e 15% da receita global da Tradecorp, que foi superior a € 70 milhões em 2013. A empresa – que atua na Europa, África, América Latina e Ásia/Pacífico – comercializa também bioestimulantes feitos com outras matérias-primas, como aminoácidos de origem animal.

Em 2013, a Tradecorp utilizou 300 mil litros de algas para produzir bioestimulantes e a expectativa é que o volume cresça, segundo Lindemann. O mercado mundial de bioestimulantes é estimado em US$ 1 bilhão – Europa e EUA representam a maior fatia desse segmento. Conforme Lindemann, a expectativa é que esse setor alcance US$ 3 bilhões em 2018. O uso desses produtos no Brasil também deve crescer.

A aquisição da OGT também levará a Tradecorp a entrar no setor de gramados e campos esportivos, utilizando as algas para produtos que reduzam o estresse nessas áreas. As algas poderão ser usadas ainda como substrato verde para alimentação animal, outra área que a Tradecorp quer desenvolver.

No Brasil há mais de dez anos, a Tradecorp comercializa principalmente micronutrientes e fertilizantes especiais. Em 2013, faturou R$ 45 milhões no país, 17% mais que no ano anterior. Para 2014, a perspectiva é de crescimento, embora o avanço menor esperado para a economia brasileira possa impactar o resultado, admitiu Nicolas Lindemann.

Criada na Espanha como Agtech, a empresa foi rebatizada como Tradecorp quando foi adquirida, em 2000, pela Sapec, holding que também atua em logística, tratamento de resíduos, energias renováveis e no ramo imobiliário, além de proteção e nutrição de culturas.

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