Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Alegra prevê crescer 12% mesmo com setor de suínos em crise

Companhia, braço frigorífico das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, projeta faturar R$ 1,2 bilhão neste ano

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Alegra prevê crescer 12% mesmo com setor de suínos em crise

Mesmo com a suinocultura brasileira em crise, a Alegra, braço frigorífico da Unium, formada pelas cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal, prevê faturar R$ 1,2 bilhão em 2023, o que representará um aumento de 12% em relação ao ano passado, quando a receita foi de R$ 1,07 bilhão. De acordo com Luiz Morelli, superintendente da empresa, escoar por bons preços a produção dos cooperados das três centrais é até mais importante do que elevar o faturamento.

“Queremos dar segurança ao produtor. O modelo de venda do suíno vivo é extremamente volátil. É só ver o desequilíbro que a China causou”, afirma. No começo do ano passado, a redução drástica das compras chinesas gerou uma crise na suinocultura mundial. “Acreditamos que o nosso modelo é mais justo. Ele garante que todos os elos da cadeia tenham saúde financeira”.

Juntas, Frísia, Castrolanda e Capal ofertaram mais de 880 mil suínos para o abate neste ano, ou 1,5% do mercado brasileiro. A demanda da indústria deve absorver toda a produção.

Atualmente, o mercado interno representa 75% dos negócios da Alegra, e as exportações, para mais de 30 países, a fatia restante. Cerca de 40% da produção sai em forma de produtos industrializados, proporção que deve subir para 54% neste ano.

“Abrimos um centro de distribuição em São Paulo, para aumentar a nossa capilaridade”, explica Morelli. Segundo ele, a empresa não tem a intenção de abrir plantas de abate fora do Paraná. A empresa quer continuar a investir nas linhas de presuntos, salames e mortadelas. O centro logístico em São Paulo é estratégico nesse plano, já que permitirá à Alegra entregar os produtos às padarias, empórios e restaurantes da capital paulista, o maior mercado consumidor do país. “Também apostamos em produtos com porções menores para churrasco”, diz Morelli.

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