Wolmir de Souza a presentou ao ministro interino da Agricultura, Ivan Wedekin, os problemas que os suinocultores catarinenses enfrentam quanto à questão ambiental.
Presidente da ACCS é recebido no Ministério da Agricultura
Redação SI 25/02/2005 – Devido à grande preocupação que ainda existe em torno dos problemas ambientais causados pelos dejetos de suínos, mesmo com a implantação do Termo de Ajuste de Condutas (TAC) na região oeste de Santa Catarina, o presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Wolmir de Souza, esteve reunido na última quinta-feira, dia 24 de fevereiro, com o Ministro Interino da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ivan Wedekin. Em princípio, o encontro havia sido marcado com a Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, mas por motivo de viagem, a reunião foi cancelada e transferida para o Ministério da Agricultura.
O objetivo principal da audiência, que contou com o apoio do Deputado Federal, Cláudio Vignatti e a solicitação do presidente da ACCS, é com relação ao subsídio nos juros dos recursos para financiar a adequação nas propriedades dos produtores independentes, de acordo com a Legislação Ambiental e o TAC. Segundo informações do Ministério, os recursos já estão previstos no Plano Safra 2005/2006, entretanto a solicitação que se faz, é que sejam subsidiados os juros específicos para questões ambientais de acordo com o Projeto Técnico de cada propriedade. A intensão é buscar recursos principalmente para o produtor independente que está fora do processo de integração. Este foi o compromisso assumido pela ACCS, já que as empresas integradoras estão se responsabilizando pelos seus integrados.A preocupação apresentada pelo Deputado Claudio Vignatti na audiência está em buscar linhas de financiamento e crédito para tratar dos dejetos de suínos dos agricultores, principalmente, aos produtores independentes. Temos que pensar no produtor que cria os suínos que geralmente têm na atividade a única fonte de renda. Este suinocultor não apresenta condições financeiras adequadas para desenvolver a atividade sem causar prejuízos à natureza e conseqüentemente à sua própria saúde, destaca.
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