Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Governo oferta primeiras letras de crédito do agronegócio

Títulos agrícolas incrementarão financiamento rural.

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Da Redação 01/03/2005 – O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ivan Wedekin, participa nesta terça, dia 1o., do primeiro do leilão de venda de Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs). Trata-se de um dos títulos agrícolas lançados no final do ano passado pelo ministro Roberto Rodrigues para ampliar a capacidade do setor privado de financiar a atividade agrícola.

O leilão das primeiras LCAs, lastreadas em Cédulas de Produto Rural (CPRs), será realizado pelo sistema eletrônico do Banco do Brasil. O primeiro pregão também contará com a presença do presidente da Bolsa de Mercadorias & Futuros, Manoel Félix Cintra Neto, e do vice-presidente de Agronegócios do BB, Ricardo Conceição.

O assessor da Secretaria de Política Agrícola, Régis Alimandro, explicou que as LCAs darão condições aos bancos de se refinanciarem, ampliando a oferta de crédito rural. Hoje as instituições financeiras deixam de comprar CPR quando o orçamento para este fim se esgota. Segundo o assessor, com o novo título os bancos podem pegar esse estoque de CPR e vender no mercado, só que envelopando com o nome LCA que pode ser revendido para um novo investidor, ampliando sua capacidade de financiar a atividade agrícola. 

O mesmo mecanismo funcionará para os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCAs), também lastraeados nas CPRs ou em outros títulos emitidos por produtores rurais ou cooperativas. A diferença é que os CDCAs serão emitidas por empresas do agronegócio. Estas empresas que hoje financiam a agricultura, seja adiantando dinheiro ao produtor ou os insumos necessários à produção, também terão capacidade de se refinanciarem, empacotando as CPRs   e os outros títulos, agora com a denominação de CDCAs. De acordo com o assessor, a expectativa é de que haja uma expansão significativa da capacidade de financiamento da atividade agrícola por esses dois grupos: bancos e empresas.

Para atrair os investidores o Ministério da Agricultura conta com o próprio desempenho do setor agrícola brasileiro.

O público urbano já entendeu, finalmente, que o agronegócio não é uma atividade primária no sentido de baixa incorporação de tecnologia. Ao contrário, é uma atividade que está se sofisticando e a cada momento mostra que é um ótimo negócio enfatizou Alimandro.

Ele ressaltou ainda que, por meio das instituições financeiras e das empresas do agronegócio, os novos títulos vão conseguir aproximar o produtor rural do investidor urbano, que é avesso a riscos pouco dimensionáveis.

O banco e as empresas, que conhecem o agricultor, funcionarão como uma ponte que vai reduzir a distância entre o meio urbano e o rural.

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