Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Expointer corre atrás da superação

Organizadores esperam faturamento de até R$ 4,5 milhões com a venda de animais em Esteio.

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Da Redação 26/08/2005 – Superação, reação e muito trabalho são as palavras de ordem para tentar minimizar o estrago que a crise aguda que acua o setor produtivo brasileiro pode causar às vendas nesta Expointer. Promotores e leiloeiros apostam no retorno de importantes remates de eqüinos à exposição, nos ovinos e nas novilhas para faturar entre R$ 4 milhões e R$ 4,5 milhões. Não fossem os novos negócios, admitem, dificilmente a mostra conseguiria repetir os R$ 2,99 milhões obtidos com a negociação de animais na edição passada. Há quem diga que é o pior cenário dos últimos dez anos.

Com os preços do arroz, da soja e do boi em baixa, impera a prudência entre os homens que comandarão o martelo nos principais remates. “Estamos um pouco como o presidente Lula. Não estamos vendo muita saída”, confessa o “cautelosamente otimista” presidente do Sindicato dos Leiloeiros do RS, Marcelo Silva.

À margem do momento crítico enfrentado na pecuária e na produção de grãos, a ovinocultura vem para romper a barreira de R$ 1 milhão, com prospecção de vendas para Brasil Central e Nordeste. O leiloeiro Eduardo Knorr joga todas as suas fichas nos ovinos carne, em especial a raça Texel, campeã de vendas na feira passada. ””A ovinocultura é um segmento que tem outro horizonte que o pecuário. Vem crescendo muito no país”, explica Knorr, este ano com carteira de clientes engrossada por remates importantes, como o Golden Angus, mas, ainda assim, reticente quanto a projeções. “O momento é extremamente adverso. A gente vai a Esteio sempre acreditando que a genética irá superar a crise. Estou me agarrando na qualidade.” Nos cavalos, o faturamento pode ultrapassar a R$ 2,5 milhões, especula Silva.

Entre as raças de corte, as apostas concentram-se no Angus. A expectativa é que a raça novamente lidere as vendas, mas são esperados resultados positivos também no Hereford e no Braford, que reforçaram investimento em publicidade. O secretário da Agricultura, Odacir Klein, confia no espírito guerreiro dos gaúchos e na necessidade da aquisição de reprodutores para produção de terneiros. “Precisamos ter capacidade de reação frente às adversidades”, sentenciou Klein.

 

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